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Igreja de São Nicolau de Canaveses  
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  • Nome: Igreja de São Nicolau de Canaveses
  • Tipologia: Igreja
  • Classificação: Imóvel de Interesse Público, pelo Dec. n.º 516/71, DG, 1.ª série, n.º 274 de 22 novembro de 1971
  • Concelho: Marco de Canaveses
  • Dia do Orago: São Nicolau – 6 de dezembro 
  • Horário da Visita: Por marcação   
  • Serviços de apoio:
  • Telefone : 255 810 706 / 918 116 488   
  • Fax: 255 810 709   
  • E-Mail: rotadoromanico@valsousa.pt    
  • Web: www.rotadoromanico.com   
  • Localização:
    Rua de S. Nicolau, freguesia do Marco, concelho do Marco de Canaveses, distrito do Porto.
  • Como Chegar:

    Se vem do Norte de Portugal através da A28 (Porto), da A3 (Porto), da A24 (Chaves/Viseu), da A7 (Póvoa de Varzim) ou da A11 (Esposende/Marco de Canaveses) siga na direção da A4 (Bragança/Matosinhos). Saia para o Marco de Canaveses. Logo depois de cruzar o rio Tâmega encontrará a sinalização da Igreja de São Nicolau.

     

    A partir do Porto opte pela A4 (Vila Real). Saia para o Marco de Canaveses.

     

    Se vem do Centro ou Sul de Portugal pela A1 (Porto) ou pela A29 (V.N. Gaia) opte pela A41 CREP (Vila Real). Escolha depois a A4 (Vila Real) e saia para o Marco de Canaveses.

     

    Se já se encontra na cidade do Marco de Canaveses, rume à margem do rio Tâmega e à Igreja de São Nicolau.

  • Coordenadas Geográficas: 41° 11' 33.14" N / 8° 9' 41.05" O 
História
História
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Igreja de São Nicolau (Fotografia: © SIPA – IHRU)A Igreja de São Nicolau de Canaveses situa-se na margem esquerda do rio Tâmega, freguesia de São Nicolau. Esta Igreja está histórica e geograficamente relacionada com a sua homóloga de Santa Maria de Sobretâmega, na outra margem do rio.

As duas povoações onde as Igrejas se inserem faziam, outrora, parte do burgo de Canaveses, ligadas através da antiga ponte romano-medieval de Canaveses, em que as Igrejas abriam as suas fachadas para esta importante via de comunicação.

A historiografia hesita em atribuir a (re)construção da ponte à rainha Mafalda de Saboia (1125-1157), mulher de D. Afonso Henriques, ou à sua neta, beata Mafalda Sanches (c. c.1200-1256), filha de D. Sancho I (1154-1211). No entanto, a tradição local considera que terá sido a primeira a mandar executar a obra.

Apesar da barreia fluvial, as duas povoações comungaram, durante séculos, dos mesmos interesses. Se até ao século XV se dividiam entre duas correições, a partir de 1406 integraram apenas a de Entre-Douro-e-Minho.

Os moradores do burgo de Canaveses, que, no século XVIII, era constituído pelas freguesias de São Nicolau e Sobretâmega, estavam excluídos do pagamento de imposto de passagem na ponte de Canaveses. Na época, o burgo era governado, no plano civil, pelos respetivos órgãos camarários e, no plano judicial, por um juiz ordinário.

Mas as ligações não se ficam pela história, acontecendo o mesmo ao nível arquitetónico. Ambas as Igrejas apresentam uma cronologia idêntica, do românico tardio, caracterizado pela persistência das suas formas num período que a historiografia identifica já como de gótico.

Apontamos, assim, as suas construções para uma datação posterior ao ano de 1320. O mesmo acontece ao nível da planimetria em que as duas se apresentam como pequenos templos, compostas por nave única e capela-mor retangular. 

Esta história análoga é, no século XX, reconhecida quando a Igreja de São Nicolau, a Capela de São Lázaro, o Cruzeiro do Senhor da Boa Passagem e a Igreja de Santa Maria de Sobretâmega são classificadas, no seu conjunto, como imóveis de interesse público.

De notar a exclusão da ponte de Canaveses desta classificação. A sua não inclusão deveu-se ao facto de a ponte ter sido demolida em 1944 e reconstruída uma nova, idêntica, mas não seguindo o desenho original. Na década seguinte, a ponte foi submersa devido à construção de barragem do Torrão.

Não obstante as semelhanças, o interior de São Nicolau é mais rico do que a sua congénere, evidenciando-se, por exemplo, na tumulária e nas pinturas murais.

Inserido num vão, rasgado na espessura do muro, temos a arca tumular de Álvaro Vasconcelos, falecido em 1565, com tampa de duas águas, ostentando inscrição na face frontal, envolvida por uma moldura de linhas clássicas.

No que concerne às pinturas murais, descobertas em 1973, por ocasião de uma intervenção com vista à eletrificação da Igreja, elas encontram-se inseridas nas paredes da nave, podendo-se identificar diversas campanhas: do lado do Evangelho, identificam-se Santo Antão, restos de uma inscrição de possível encomendador da obra e outros elementos decorativos, correspondendo à mais antiga campanha, provavelmente do último quartel do século XV; no arco triunfal, lado do Evangelho, conservam-se fragmentos de uma Anunciação que, devido às suas semelhanças com outras oficinas de pintura mural (por exemplo, em São Mamede de Vila Verde), poderá corresponder a uma campanha posterior a 1507; a imagem de Santa Catarina, na parede da nave, lado sul, identifica uma outra oficina, dos inícios do século XVII, corroborando-se com base no nome da encomendante que aparece no painel – Maria Ribeiro – e que terá nascido em 1598; do mesmo lado, mas mais junto ao arco triunfal, encontramos a representação de um abade beneditino, com o seu hábito negro, livro e báculo. Existem ainda vestígios de uma outra Anunciação, datável, talvez, do século XVIII.

Na segunda década do século XVIII esta Igreja possuía cinco retábulos, quatro deles desmantelados posteriormente por ocasião da remoção do reboco que revestia o interior da Igreja, aquando da descoberta dos fragmentos de pintura mural. Estes seriam ao gosto maneirista. Hoje em dia só se conserva o retábulo-mor, em talha estilo nacional.
Personalidades Históricas
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Álvaro Pessoa de Carvalho
Álvaro Pessoa de Carvalho descende de linhagens que se encontram por volta do século XVI quando Álvaro de Carvalho, neto de Gonçalo Gil, casa com F. Pessoa iniciando-se a descendência dos Pessoas de Carvalho. Passado este enlace e várias gerações, Álvaro Pessoa de Carvalho constituiu-se como o 6.º albergueiro e administrador desta família na Albergaria de Canaveses.

Situada na rua de São Nicolau, a albergaria remonta as suas origens aos princípios do século XII e a sua construção deve-se à esposa de D. Afonso Henriques, D. Mafalda de Saboia.

Embora a documentação antiga a intitular como Hospital a sua função foi principalmente de albergue para os mais pobres, passageiros e doentes.

Álvaro Pessoa de Carvalho foi então albergueiro continuando com uma responsabilidade familiar com mais de um século, até D. Pedro II mandar confiscar à família Pessoas de Carvalho e a transferir, por alvará de 27 de agosto de 1671, a Francisco Pinto de Queirós. Depois de diversas vicissitudes, a administração da albergaria passou, em 1772, para a Câmara de Canaveses.

Sintomático da importância social de Álvaro Pessoa, este encontra-se sepultado no interior da Igreja de São Nicolau de Canaveses com a referência ao seu falecimento no ano de 1565.



Rainha D. Mafalda (Mafalda de Saboia)
Rainha D. MafaldaD. Mafalda era filha de Amadeu III, conde de Moriana e Saboia, e da sua esposa Mafalda (ou Matilde) de Albon, tendo nascido no ano de 1125 e falecido a 4 de novembro de 1157. Foi mulher de D. Afonso Henriques.

Durante a sua vida dedicou-se à realização de obras pias pela região do Tâmega e Sousa. Apesar de muitas vezes ser confundida com a sua neta beata Mafalda Sanches (filha de D. Sancho I), a tradição atribui à mulher do nosso primeiro rei de Portugal a reconstrução da ponte de canaveses, bem como um hospital e albergaria para apoio a pobres e caminhantes em Canaveses.

Segundo parece, no seu testamento reservou determinados direitos de portagem destinados à manutenção da dita albergaria.

Lendas e Curiosidades
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Cana-boa-às-vezes
Segundo a lenda, quando D. Mafalda andava a passear à beira rio e a observar as obras da ponte teve uma vontade enorme de beber. Para se satisfazer, bebeu água do rio por uma cana que um operário lhe preparou. A rainha agradeceu o gesto e mandou guardar aquilo que era uma Cana-boa-às-vezes.
Cronologia
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Século XII - Início da reconstrução da ponte de Canaveses;

Século XIV ( 2.º quartel) - Só a partir de então foram edificadas as Igrejas de São Nicolau de Canaveses e de Santa Maria de Sobretâmega;

1355, agosto, 5 - Foi no burgo de Canaveses que se assentou a paz entre D. Afonso IV e D. Pedro I;

Século XV-XVI (transição) - Campanhas de pintura mural da Igreja de São Nicolau;

1565 - Data inscrita na sepultura de Álvaro de Carvalho e seus herdeiros;

1656/57 - Substituição do retábulo-painel com imagem de Cristo do retábulo do arco cruzeiro;

1944 - Demolição da ponte reedificada no século XII e sua reconstrução um pouco a jusante;

1971, novembro, 22 - Classificação do conjunto formado pelas Igrejas de Santa Maria sobre Tâmega e São Nicolau como de Interesse Público;

1973 - Descoberta dos trechos de pintura mural da Igreja de São Nicolau;

1977, maio, 16-20 - O Instituto José de Figueiredo incluiu os frescos de São Nicolau de Canaveses no programa de brigadas a levar a efeito nesse ano;

Década de 1980 - Submersão da ponte de Canaveses (construção de 1944) e deslocação da Capela de São Lázaro e Cruzeiro do Senhor da Boa Passagem;

Década de 1990 - Realização de diversas obras de conservação nas Igrejas de São Nicolau de Canaveses e de Sobretâmega sob a alçada da DGEMN;

2010 - Integração da Igreja de São Nicolau de Canaveses na Rota do Românico;

2013-2014 - Conservação geral da Igreja ao nível das coberturas e paramentos exteriores, no âmbito da Rota do Românico;

2015 - Trabalhos de conservação e restauro do retábulo-mor e dos retábulos colaterais, no âmbito da Rota do Românico.

Especialidades
Arquitetura
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Pequena Igreja composta por uma única nave e capela-mor retangular, sendo visíveis diversos testemunhos do caráter tardio da Igreja e das transformações arquitetónicas que foi sofrendo ao longo dos tempos.

Planta da Igreja de São Nicolau (Fotografia: © SIPA – IHRU)Enquanto na fachada lateral norte temos a existência de uma estreitíssima fresta para iluminar o seu interior, o mesmo não acontece na fachada oposta, com a abertura de uma janela retangular de grandes dimensões, enquadrada por arco quebrado acusando uma primitiva porta de acesso.

De épocas posteriores à Idade Média, a capela-mor possui vãos de iluminação de maiores dimensões, retangulares. Também no portal principal e no lateral norte, encontramos testemunhos da cronologia tardia da Igreja, conforme comprova a ausência de colunas e de capitéis.

No interior da Igreja imperam os paramentos a granito, caracterizados por várias campanhas posteriores à Idade Média, destacando-se o arco triunfal, adotando silhares isódomos, de idênticas dimensões e bem facetados, com almofadas no intradorso. A cobertura do teto da nave e da capela-mor é em madeira.
Recuperação e Valorização
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Recuperação e valorização da Igreja de São Nicolau (Fotografia: © SIPA – IHRU)A Igreja de São Nicolau passou nas últimas décadas do século XX por diversas obras de recuperação. Dessas, destacamos as de 1973, no sentido de renovar a instalação elétrica e a amplificação sonora da Igreja.

Em 1977 iniciam-se as obras de restauro, por parte das brigadas do Instituto José de Figueiredo, dos frescos descobertos aquando da beneficiação da instalação elétrica em 1973.

Em 1978 são feitas obras de restauro decorrentes de infiltrações de águas pluviais e, por fim, na década de 1990, executaram-se várias obras de conservação aos mais diversos níveis.

Em 2013 e 2014, no âmbito da Rota do Românico, foram realizados trabalhos de conservação geral da Igreja ao nível das coberturas e dos paramentos exteriores e, em 2015, de restauro do retábulo-mor.

Galeria
  • +Igreja de São Nicolau. Nave. Túmulo.

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  • +Igreja de São Nicolau. Nave.

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  • +Igreja de São Nicolau. Nave. Pintura mural.

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  • +Igreja de São Nicolau. Nave. Pintura mural.

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  • +Igreja de São Nicolau. Arco triunfal e Capela-mor.

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  • +Igreja de São Nicolau de Canaveses (1977) (Fotografia: © SIPA – IHRU)

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  • +Igreja de São Nicolau de Canaveses (1989) (Fotografia: © SIPA – IHRU)

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  • +Igreja de São Nicolau de Canaveses [s.d.] (Fotografia: © SIPA – IHRU)

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  • +Igreja de São Nicolau de Canaveses (1989) (Fotografia: © SIPA – IHRU)

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  • +Igreja de São Nicolau de Canaveses (1977) (Fotografia: © SIPA – IHRU)

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  • +Igreja de São Nicolau. Capela-mor. Retábulo-mor.

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  • +Igreja de São Nicolau. Fachada ocidental.

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  • +Igreja de São Nicolau. Capela de São Lázaro.

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  • +Igreja de São Nicolau. Detalhe da fachada ocidental.

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  • +Igreja de São Nicolau. Fachada ocidental. Detalhe do portal ocidental.

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  • +Igreja de São Nicolau. Fachadas norte e ocidental.

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  • +Igreja de São Nicolau. Nave.

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  • +Igreja de São Nicolau. Nave. Pintura mural.

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  • +Igreja de São Nicolau. Fachada sul.

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  • +Igreja de São Nicolau. Envolvente.

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  • +Igreja de São Nicolau. Envolvente.

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Bibliografia

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