Informação Geral
Igreja de Santo André de Telões  
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  • Nome: Igreja de Santo André de Telões
  • Tipologia: Igreja
  • Classificação: Imóvel de Interesse Público, pelo Dec. n.º 129/77, DR, 1.ª série, n.º 226 de 29 setembro de 1977
  • Concelho: Amarante
  • Dia do Orago: Santo André - 30 de novembro 
  • Horário do Culto: Sábado - 16h30; domingo - 9h30 
  • Horário da Visita: Por marcação   
  • Serviços de apoio:
  • Telefone : 255 810 706 / 918 116 488   
  • Fax: 255 810 709   
  • E-Mail: rotadoromanico@valsousa.pt    
  • Web: www.rotadoromanico.com   
  • Localização:
    Lugar do Mosteiro, freguesia de Telões, concelho de Amarante, distrito do Porto.
  • Como Chegar:
    Se vem do Norte de Portugal através da A28 (Porto), da A3 (Porto), da A24 (Chaves/Viseu), da A7 (Póvoa de Varzim) ou da A11 (Esposende/Marco de Canaveses) siga na direção da A4 (Bragança/Matosinhos). Saia no nó de Amarante Oeste da A4. Siga na direção de Celorico de Basto até se deparar com a sinalização da Igreja de Telões, na 3ª rotunda após a saída da A4.

     

    A partir do Porto opte pela A4 (Vila Real). Saia em Amarante Oeste. Siga na direção de Celorico de Basto até se deparar com a sinalização da Igreja de Telões, na 3ª rotunda após a saída da A4.

     

    Se vem do Centro ou Sul de Portugal pela A1 (Porto) ou pela A29 (V.N. Gaia) opte pela A41 CREP (Vila Real). Escolha depois a A4 (Vila Real). Saia em Amarante Oeste e siga na direção de Celorico de Basto até se deparar com a sinalização da Igreja de Telões, na 3ª rotunda após a saída da A4.

     

    Se já se encontra na cidade de Amarante, tome a estrada N15 na direção de Felgueiras. Siga a sinalização da Igreja de Telões.

  • Coordenadas Geográficas: 41° 18' 36.54" N / 8° 6' 28.73" O 
História
História
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Igreja de Telões (Fotografia: © SIPA – IHRU)Implantada num outeiro sobre o vale, a Igreja de Telões parece confirmar a sua origem na Granja Real que a lenda diz ter sido tomada ao neto do rei mouro nas refregas da Reconquista.
Acrescenta o anónimo narrador que sendo um dos senhores da dita quinta o piedoso fidalgo Rodrigo Froiaz, este ali mandou erguer um mosteiro, onde pôs como primeiro abade D. Gusmão Pais, tudo no ano de 887.

Embora a data coincida com o avanço estratégico de D. Afonso III das Astúrias (848-910) até à linha do Douro, não existe documentação que possa confirmar o ato fundacional nem sequer a indicação do primeiro abade.

Todavia, dada a persistente interferência, nos séculos seguintes, do poder senhorial em Telões, podemos integrá-lo no conjunto de igrejas ou mosteiros familiares, abundantemente instituídos a norte do Douro até ao século XI.

Embora os inquiridores de D. Afonso II (1220) e os de Afonso III (1258) apresentem o Mosteiro de Telões afeto à Terra ou Julgado de Basto, pouco menos de século e meio adiante, em 1320, os recebedores régios indicam-no na pertença da Terra de Sousa, sendo então titulada como Igreja de Tolões.

Em meados do século XVI e não obstante o título de Mosteiro que lhe dá João de Barros, estava perfeitamente consolidada a condição paroquial da Igreja, desapossada do espaço monástico – embora nominalmente permanecesse a memória do mesmo.

A Igreja de Telões foi, ao longo de todo a sua existência, profundamente transformada, sendo na cabeceira que se conservam os principais vestígios da época românica.

As transformações são visíveis nos paramentos da nave, na edificação da galilé, na sacristia ou na abertura de janelões retangulares nas paredes laterais do corpo e da abside durante a Época Moderna.

Mas foi no século XVI que se operou uma das mais significativas transformações nesta Igreja, dela resultando uma ampla campanha de pintura mural, sendo que atualmente restam, desta campanha, pequenos trechos visíveis na parede testeira da nave e na abside.

Na primeira, uma cena da Natividade, sobreposta a uma camada anterior, que tem sido atribuída à oficina identificada com a do Mestre Delirante de Guimarães. Por seu turno, na parede fundeira da abside e suas adjacentes, estão ocultas pelo retábulo-mor neoclássico, ao centro da composição, a figuração de Santo André, de que se veem ainda na parte baixa da pintura os seus pés descalços, parte da sua túnica e a cruz do seu martírio, encimado por anjos segurando contas dispostas ao modo de grinalda.

Acontece, porém, que nos séculos XVII e XVIII estas pinturas foram substituídas por novos altares com seus retábulos, reflexo das novas invocações que se impunham e que em parte ainda hoje persistem: no retábulo-mor, nos dois colaterais (de cronologia anterior e maneiristas) e nos dois laterais, embutidos em arcos abertos no paramento (o do lado norte em estilo nacional e o outro em estilo joanino).

Personalidades Históricas
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José SaramagoJosé Saramago
“Há aqui um mosteiro com uma airosa galilé, ainda que restaurada. Quando o viajante sai das estradas principais cobra sempre grandes compensações. O vale onde foi construído Telões é aberto, amplo, passa aqui um ribeirito qualquer, e quando o viajante vai entrar na igreja são horas de bater o relógio”.

Foi com estas palavras que o vencedor do Prémio Camões em 1995 e Nobel da literatura em 1998, José Saramago (1922-2010), nos descreveu a sua chegada à Igreja de Santo André de Telões, corria o ano de 1985.



Mestre Delirante de Guimarães
O Mestre Delirante de Guimarães fará parte de um pequeno número de pintores com presença assinalada em documentos desde o século XIV até ao primeiro terço do século XV, embora essa documentação não permita identificar o nome deste pintor.

Na falta de um nome, José Alberto Seabra de Carvalho e Ignace Vandevivere, atribuíram-lhe o nome de Mestre Delirante, tendo em conta as especificidades das pinturas que lhe são atribuídas, onde se destaca a “delirante” complexidade de volumes, o “delirante” pormenor ornamental e o tratamento plástico das formas, tratadas como estruturas isoladas, de limites bem circunscritos.

O “delirante” exagerado sentido ornamental, a técnica, as soluções plásticas e a iconografia permitem enquadrar as suas obras na corrente ibérica marcada por influência nórdica e, em particular, pela pintura da região da Antuérpia dos inícios do século XVI.

Das obras atribuídas a este Mestre destacam-se o Tríptico da Lamentação, a Virgem do Leite entre São Bento e São Jerónimo e São Miguel e Santa Margarida, pinturas a óleo sobre madeira que fazem parte do acervo do Museu Alberto Sampaio, em Guimarães. Na coleção deste museu podemos encontrar igualmente um fresco representando a Degolação de São João Baptista.

Igualmente atribuído a este pintor é o fresco da Natividade que se encontra no arco triunfal do lado do evangelho da Igreja de Santo André de Telões, em Amarante.



Rodrigo Forjaz (Froiaz)
Ascendente dos condes da Feira, fundou em seus terrenos, segundo a tradição, no ano de 887, o Mosteiro beneditino de Telões, onde pôs como primeiro abade D. Gusmão Pais.

Fala-se ainda que este piedoso fidalgo e os monges deste Mosteiro foram os primeiros a erguer um outro em São Torcato.

Cronologia
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Até ao século XI - Cronologia provável para a fundação do Mosteiro de Telões;

Século XIII - Telões estava afeto à Terra ou Julgado de Basto;

Século XIII (1.ª metade) - Cronologia possível para a edificação da Igreja românica com base nos vestígios remanescentes;

1269 - Domingos Pais, cónego da Sé do Porto, deixou certas lâmpadas ao Mosteiro de Telões, para iluminação e ornamentação dos altares de São Lourenço e de Santa Maria Madalena;

1320 - Refere-se a Igreja de Telões na Terra de Sousa, contribuindo com 1200 cruzados para as Cruzadas;

1475 - O padroado do Mosteiro de Telões transita para a Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira (Guimarães);

Século XVI (inícios) - Primeira campanha de pintura mural na Igreja;

1510-1580 - Documentam-se várias intervenções na Igreja, aconselhadas pelos visitadores diocesanos;

1782-1784 - Construção dos retábulos colaterais conforme indiciam as visitações;

Século XIX - Execução de um quinto retábulo para a Igreja de Telões;

1831 - Os fregueses de Telões apelam à necessidade de sinos maiores;

1864 - Considera-se que a Igreja de Telões se encontrava em razoável estado de conservação;

1972-1977 - Processo de classificação da Igreja de Telões como Imóvel de Interesse Público;

1980 - Apeamento dos dois coros altos que existiam sobre a porta principal; 

Anos 80 - Foram realizados diversos trabalhos de conservação e restauro na Igreja;

2005-2009 - Ação de salvaguarda sobre a fábrica de Telões, incluindo o seu património móvel e a reformulação da zona da celebração eucarística;

2006 - Descoberta da pintura mural na Igreja de Telões;

2010 - Integração da Igreja de Santo André de Telões na Rota do Românico;

2015 - Trabalhos de requalificação da área circundante à Igreja e trabalhos de manutenção de coberturas, paramentos e vãos, no âmbito da Rota do Românico.

Especialidades
Arquitetura
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Apesar da sua indiscutível origem românica, cujos principais vestígios se concentram ao nível da cabeceira, a Igreja de Telões viu a sua fábrica primitiva ser profundamente transformada ao longo dos séculos, notando-se uma evidente vontade de atualização estética e de adaptação às novas liturgias.

Com planta retangular, a abside de Telões foi certamente concebida para ser abobadada, conforme denunciam os contrafortes exteriores, terminados bastante abaixo da cornija, dispostos nos seus paramentos laterais e na parede fundeira.

Planta da Igreja de Telões (Fotografia: © SIPA – IHRU)

Tendo em conta a sua forma, Manuel Real identifica-lhes uma ascendência asturiana. Embora este autor afirme o caráter precoce deste testemunho românico, que coloca na primeira metade do século XII, Carlos Alberto Ferreira de Almeida atribui uma cronologia mais recente ao conjunto dos vestígios românicos de Telões.

Assim, os elementos estilísticos do arco cruzeiro acusam uma cronologia tardia: as bases bolbiformes são evoluídas, as impostas têm um aspeto tardio e os robustos capitéis mostram temas vegetalistas já bastante presos ao cesto.

Além disso, o portal principal, abrigado pela galilé da Época Moderna, remete-nos para o românico de resistência: composto por três arquivoltas quebradas, com arestas vivas e sem qualquer ornamentação, não ostenta qualquer coluna, pelo que estas se apoiam diretamente sobre os pés direitos do muro. Com tímpano liso, as mísulas estriadas assumem-se como o único elemento ornamentado do conjunto.

Os paramentos da nave, onde se encontram cachorros com decoração simples ou lisa, idênticos aos da abside e que confirmam esta cronologia bastante tardia, mostram um considerável número de cicatrizes, refletindo, assim, as vivências por que foi passando a primitiva fábrica de Telões.

Também o desenho flordelizado do óculo, que na fachada principal encima o portal, concorre para confirmar esta cronologia bastante tardia. Tal facto não nos deve espantar se tivermos presente que na tão próxima região do Vale do Sousa a arquitetura românica apresenta um panorama idêntico ao nível da sua definição temporal.

Recuperação e Valorização
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Há um hiato de mais de um século ao nível das notícias que a época contemporânea nos legou sobre Santo André de Telões. Tal será justificável pelo facto de o reitor Manuel Carvalho Coutinho ter informado, em 1864, o diretor das Obras Públicas do Porto que a “Egreja Paroquial desta freguesia” mostrava ainda a “descensia [sic] necessária e vem [sic] construida”. Deste modo, só no início da década de setenta do século seguinte é que voltamos a ter informações institucionais sobre este edifício.

Recuperação e valorização da Igreja de Telões (Fotografia: © SIPA – IHRU)Em finais de dezembro de 1972 foi solicitado à Direção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN), pela 4.ª Subsecção da 2.ª Secção da Junta Nacional de Educação, que organizasse “um processo documental com vista a eventual classificação da Igreja Românica de Telões e seu recheio, em Amarante”. Uma Memória datada de 4 de abril de 1973 alude aos “elementos primitivos a considerar”, apesar de o edifício ter sofrido “contínuas adulterações”.

São eles os “cachorros, as rosáceas nascente e poente, os capiteis e colunas no arco cruzeiro e os elementos primitivos no pavimento, ainda não visíveis”. Além disso, verifica-se a existência de “frestas entaipadas, pela intromissão de altares, encastrados na parede”. Foram ainda tidos em conta alguns aspetos da fábrica da Época Moderna, como o “tecto de maceira”, a “Ceia do Senhor” e, “nos seus elementos exteriores bastante sóbrios sobressai, a torre sineira e o Adro coberto, que serve de elemento de ligação entre esta e o corpo da Igreja”.

Recuperação e valorização da Igreja de Telões (Fotografia: © SIPA – IHRU)Embora o Secretário de Estado da Instrução e Cultura tenha determinado a classificação deste monumento como Imóvel de Interesse Público, no ano de 1973, a verdade é que só a 29 de setembro de 1977 foi publicado o Decreto que definitivamente classificava Santo André Telões.

Dois anos depois, corrido mais de um século após a informação de 1864, a Comissão Fabriqueira de Telões dá conhecimento do estado de ruína que a galilé e o coro acusam, sendo que “ambos os locais ameação ruir a qualquer momento dado o precário estado de conservação, o que provocará, para além do mais, danos materiais onerados”.

Em junho de 1980 preparava-se já, oficialmente, o concurso para a realização da empreitada de “apeamento dos dois coros indevidamente construídos em épocas diferentes, mas com impropriedade, bem como à consolidação e reparação da cobertura da galilé”. Foi estimado que, pela quantia de 250.000$00, se realizariam “os trabalhos mais urgentes na zona da igreja que representam perigo para as vidas das pessoas que nela assistem à celebração do culto”. No ano seguinte foram efetuados diversos trabalho na galilé e na sacristia.

Recuperação e valorização da Igreja de Telões (Fotografia: © SIPA – IHRU)Entre 1988 a 1991, o imóvel foi alvo de várias ações de restauro, com maior incidência nas coberturas do edifício. Nos inícios do século XXI, entre os anos de 2005 e 2007, foi novamente alvo de um conjunto de profundas intervenções de conservação que não só incidiram sobre a sua fábrica arquitetónica, como também se voltaram para a salvaguarda do seu espólio móvel, nomeadamente do retábulo-mor e retábulos colaterais, do púlpito e do baixo-relevo alusivo à Última Ceia de Cristo e conceção de novo mobiliário para o presbitério. 

Em 2015, no âmbito da integração da Igreja de Telões na Rota do Românico, foram realizados trabalhos de manutenção das coberturas, paramentos e vãos, bem como trabalhos de requalificação da área circundante à Igreja.
Galeria
  • +Igreja de Telões. Nave. Pintura mural.

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  • +Igreja de Telões. Capela-mor. Pintura mural.

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  • +Igreja de Telões. Nave.

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  • +Igreja de Telões. Capela-mor. Retábulo-mor.

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  • +Igreja de Santo André de Telões (1978) (Fotografia: © SIPA – IHRU)

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  • +Igreja de Santo André de Telões (1973) (Fotografia: © SIPA – IHRU)

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  • +Igreja de Telões. Arco triunfal e Capela-mor.

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  • +Igreja de Telões. Arco triunfal. Capitel.

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  • +Igreja de Telões. Detalhe da fachada sul.

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  • +Igreja de Telões. Fachadas ocidental e sul.

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  • +Igreja de Telões. Fachada norte. Detalhe da cornija.

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Bibliografia

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