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Igreja de Santo Isidoro de Canaveses  
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  • Nome: Igreja de Santo Isidoro de Canaveses
  • Tipologia: Igreja
  • Classificação: Monumento Nacional, pelo Dec. n.º 23/2013, DR, 1.ª série, n.º 142, de 25 de julho de 2013
  • Concelho: Marco de Canaveses
  • Dia do Orago: Santo Isidoro – 4 de abril 
  • Horário do Culto: Sábado - 17h00 
  • Horário da Visita: Por marcação   
  • Serviços de apoio:
  • Telefone : 255 810 706 / 918 116 488   
  • Fax: 255 810 709  
  • E-Mail: rotadoromanico@valsousa.pt    
  • Web: www.rotadoromanico.com   
  • Localização:
    Lugar da Igreja, freguesia de Santo Isidoro e Livração, concelho do Marco de Canaveses, distrito do Porto.
  • Como Chegar:

    Se vem do Norte de Portugal através da A28 (Porto), da A3 (Porto), da A24 (Chaves/Viseu), da A7 (Póvoa de Varzim) ou da A11 (Esposende/Marco de Canaveses) siga na direção da A4 (Bragança/Matosinhos). Saia para o Marco de Canaveses. Rume a Santo Isidoro, seguindo a sinalização da Rota do Românico.

     

    A partir do Porto opte pela A4 (Vila Real). Saia para o Marco de Canaveses. Siga a sinalização da Igreja de Santo Isidoro.

     

    Se vem do Centro ou Sul de Portugal pela A1 (Porto) ou pela A29 (V.N. Gaia) opte pela A41 CREP (Vila Real). Escolha depois a A4 (Vila Real) e saia para o Marco de Canaveses. Siga a sinalização da Igreja de Santo Isidoro.

     

    Se já se encontra na cidade do Marco de Canaveses, tome a variante à estrada N211 e cruze o rio Tâmega. Siga a sinalização da Igreja de Sobretâmega e depois a da Igreja de Santo Isidoro.

  • Coordenadas Geográficas: 41° 12' 27.49" N / 8° 8' 39.07" O 
História
História
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Igreja de Santo Isidoro (Fotografia: © SIPA – IHRU)Tendo integrado o julgado de Santa Cruz, a paróquia de Santo Isidoro cresceu em redor de um culto tornado hagiotopónimo, revelador da anciania do mesmo e da sua importância no avanço da cristianização local (ou da resistência em tempo de ocupação).

Santo Isidoro de Sevilha foi um bispo hispânico do século VII e, se como refere Pierre David, o facto de não ser um mártir o coloca como titular de igrejas posteriores ao século IX, não deixa de ser reveladora da presença, ao longo do Tâmega, desta invocação tão próxima dos caminhos da Reconquista.

O padre Carvalho da Costa situa o imóvel no Couto de Travanca, no ano de 1706, abadia do ordinário cuja renda orçava pelos 250 mil réis. Vinte anos depois Francisco Craesbeeck confirma o padroado dizendo ser uma igreja "antigua e sagrada", mas sem sacrário. Mais completo nas informações é o abade João de Freitas Peixoto que, em 1758, nos concede uma descrição mais focada da sua paróquia, Santo Isidoro.

Esta pertencia ao arcebispado de Braga, onde respondia, no espiritual e eclesiástico, à província de Entre-Douro-e-Minho e ao termo do concelho de Santa Cruz do Tâmega, de que era donatário o Conde de Óbidos. No secular respondia perante Guimarães, cuja comarca integrava.

No ímpeto reorganizador do século XIX a freguesia passou a integrar a comarca de Amarante, o concelho de Marco de Canaveses e a Diocese do Porto, para cujo território transitou em 1882.

A Igreja de Santo Isidoro, edificada na margem direita do rio Tâmega, destaca-se pelo facto de ostentar a estrutura de sabor românico muito bem conservada, com uma só nave e capela-mor retangular.

No interior, aos paramentos lisos, em granito aparente e animados por estreitas frestas, soma-se um simples arco triunfal, ligeiramente quebrado, desprovido de qualquer elemento ornamental.

Desapossada do seu conjunto retabular, a Igreja de Santo Isidoro aparece hoje aos olhos do visitante como um espaço despido, resultado de uma profunda intervenção de restauro de que foi alvo em 1977 e da qual resultou a descoberta do conjunto de pintura mural, de elevada qualidade, que se encontra na parede fundeira da capela-mor e nas imediatamente adjacentes.

Estamos diante de um conjunto pictórico que, além de ter sido datado de 1536, foi assinado pelo pintor Moraes. Pouco ou quase nada se sabe sobre este artista, para além de ter gozado de certa influência aquando do ambiente renascentista que se vivia no geograficamente próximo meio portuense, ao tempo da ação mecenática do bispo de Viseu, D. Miguel da Silva (1480-1556).

Na parede fundeira, a pintura apresenta-se à maneira de um tríptico, dividido por duas colunas amarelas. O painel central ostentava, naturalmente, a figura do orago da Igreja, Santo Isidoro, de que apenas se veem hoje, em torno da fresta românica, as extremidades da mitra e do báculo e a parte inferior do respetivo manto.

A cabeça do santo encontra-se num fragmento de pedra, exposto na capela-mor. O orago era então ladeado por elegantes figuras femininas apresentadas em trajes cortesãos: a Virgem com o Menino e Santa Catarina de Alexandria, esta última segurando a espada e a roda do seu martírio, tendo aos pés a cabeça decepada do imperador pagão responsável pela sua morte.

Falsas arquiteturas criam um sentido cenográfico. Nas paredes adjacentes, do lado do Evangelho, um São Miguel pesando as almas e a derrotar o dragão e, do lado da Epístola, São Tiago representado como peregrino.

No que toca ao acervo pictórico, devemos destacar ainda duas pinturas a óleo, uma sobre madeira e outra sobre tela. A primeira, do século XVII, representa a cena do Calvário e a outra, do século XIX, com um modelo bem conhecido da Virgem Imaculada.
Personalidades Históricas
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D. Miguel da Silva
Nasceu por volta de 1480, em Évora, sendo filho de D. Diogo da Silva de Meneses - duque de Beja (e posteriormente primeiro conde de Portalegre) e aio de D. Manuel - e de D. Maria de Ayala. Pertencia, assim, a uma família da mais alta aristocracia do reino português. Ao mesmo tempo, a sua linhagem caracterizava-se por uma extrema religiosidade, sendo ele sobrinho de dois santos: o beato Amadeu da Silva, fundador de um ramo da Ordem Franciscana, e da beata Beatriz da Silva, fundadora das Irmãs Concecionistas, a primeira congregação religiosa instituída para celebrar o privilégio da Imaculada Conceição de Nossa Senhora. Por este motivo, não foi de estranhar que o seu pai o tivesse destinado a uma carreira eclesiástica.

Desde muito cedo que Miguel da Silva revelou dotes intelectuais excecionais, ingressando na Universidade de Lisboa, continuando seu estudos, entre 1500 e 1514, na Universidade de Paris, com passagem pelas universidades de Siena e Bolonha, onde concluiu os estudos em Teologia e Humanidades.

Caindo nas boas graças do rei D. Manuel I (1469-1521), este nomeou Miguel da Silva como seu embaixador junto da Cúria romana onde, por volta de 1515, estava incumbido de duas importantes tarefas: assistir ao V Concílio de Latrão (1512-1517) e solicitar ao Papa Leão X (1475-1521) o estabelecimento da Inquisição em Portugal, em idênticas condições com que fora concedida aos reinos de Castela e Aragão, em 1478.

Contudo, com a subida ao poder de D. João III (1502-1557), no ano de 1521, D. Miguel da Silva vê-se na obrigação de regressar a Portugal, após uma ausência de cerca duas décadas. Fê-lo com alguma relutância e cheio de dúvidas sobre o futuro, mas sem grandes hipóteses de recusa em virtude de ter sido uma ordem expressa do novo monarca.

Em Lisboa, D. Miguel foi nomeado comendador e prior perpétuo do Mosteiro de Landim, abade de Santo Tirso em Riba de Ave e escrivão de puridade, cargo que desempenhara seu pai.

Seguidamente, foi nomeado como 52.º Bispo de Viseu, sucedendo a D. Frei João de Chaves (1524-1525). Nesta diocese celebrou o Sínodo Diocesano, instituiu o arciprestado da catedral, mandou construir o claustro da Sé, mandou fazer as cadeiras do coro-alto e ampliou e ornou a Quinta da Mitra, chamada de Fontelo.

O prestígio granjeado não se confinou a Roma e a Viseu. A sua influência enquanto homem renascentista é visível na cidade do Porto através de obra mecenática da Igreja de São João da Foz, considerado o mais antigo edifício renascentista que se conhece em território português, obra dirigida e acompanhada pelo arquiteto italiano Francesco de Cremona, que em 1514 trabalhara sob a orientação de Bramante nas obras de São Pedro de Roma.

A mesma influência é, porventura, extensível à região do Tâmega e Sousa, em especial à Igreja da Santo Isidoro, onde a investigadora Paula Bessa questiona se o gosto manifestado nos frescos desta Igreja pode ser consequência da interferência de D. Miguel da Silva.

O futuro veio dar-lhe razão sobre as dúvidas que manifestara sobre o seu regresso “forçado” a Portugal. Aliás, muito se tem conjeturado sobre o assunto e que culminou com a fuga de D. Miguel da Silva, em 1540, para Itália, de onde nunca mais regressou, morrendo na diáspora a 5 de junho de 1556.

Segundo se consta, o ódio que D. João III nutria por D. Miguel da Silva era o resultado de diversos acontecimentos. Em primeiro lugar, as benesses, benfeitorias e relações privilegiadas que o prelado teria em Roma, sendo mesmo intitulado como um rei na vida romana e que estariam a causar mal-estar na corte portuguesa. Depois, o seu regresso a Portugal foi acompanhado de pressões do papa Clemente VII (1478-1534), que enviou um breve a D. João III, pela mão do próprio D. Miguel da Silva, recomendando muito o seu grande amigo português e que este fosse nomeado para o bispado de Viseu.

Ou seja, D. Miguel da Silva tornou-se bispo de Viseu mais por vontade do papa do que pelo empenhamento do próprio D. João III, já que este último pretendia que o cargo fosse ocupado pelo seu irmão mais novo, D. Henrique (1512-1580, futuro regente do reino português após o desaparecimento de D. Sebastião na batalha de Alcácer-Quibir em 1578).

O desenlace desta novela palaciana aconteceu no ano de 1539, quando Roma nomeia o bispo de Viseu como Cardeal à revelia do monarca português. Não restando grande margem de manobra, a 22 de Julho de 1540, D. Miguel da Silva foge para Itália, onde viria a viver o resto da sua vida, não sem antes passar por diversos processos movidos por D. João III para que este voltasse forçado mais uma vez ao seu país de origem.



Moraes, Mestre
Embora pouco se saiba sobre este pintor Moraes, a verdade é que residia no Porto pela época em que se realizou o programa de pintura mural a fresco de Santo Isidoro, tendo mesmo assinado e datado a obra, efetuada em 1536. 

Para Urbano Afonso, o simples facto de estarmos diante de uma pintura datada e autografada reflete a personalidade artística do seu autor e a consciência do seu estatuto de artista. Por essa época afirmavam-se entre nós os valores classicistas e o autor destes frescos tinha plena conhecimento das linguagens de vanguarda.

Paula Bessa destaca a referência feita por Artur de Magalhães Basto (1894-1960) a um pintor - Bastiã de Moraes - que por ter feito a imagem de Nossa Senhora no retábulo da Sé do Porto, a 6 de Junho de 1537, recebera a quantia de novecentos e oitenta.

A mesma autora considera, pois, aliciante a hipótese de que este Bastiã de Moraes, pintor que residindo no Porto em 1537 trabalhou para a Sé da mesma cidade por determinação do Bispo, seja o mesmo Moraes que assina o conjunto de Santo Isidoro.

Segundo Urbano Afonso, as características plásticas deste conjunto não foram repetidas em nenhuma outra obra remanescente do nosso país, sendo que a sua elevada qualidade atesta, ainda, ser fruto da encomenda de um grande mecenas.
Cronologia
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1115 - Primeira referência a Santo Isidoro de Ribatâmega;

Século XIII (2.ª metade) - Possível edificação da Igreja de Santo Isidoro de Canaveses, de acordo com os vestígios românicos remanescentes;

1520 - A paróquia surge documentada como sendo dedicada a Santo Isydro;

1536 - Data inscrita no painel de pintura mural remanescente em Santo Isidoro, acompanhada da assinatura Moraes;

Século XVIII - Santo Isidoro surge como sendo do padroado de Travanca;

1976 - Descoberta da pintura mural de Santo Isidoro;

Anos 90 - Inventariam-se diversos trabalhos de conservação;

2010 - Integração da Igreja de Santo Isidoro de Canaveses na Rota do Românico;

2013 - A Igreja de Santo Isidoro é classificada como Monumento Nacional.

Especialidades
Arquitetura
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A Igreja de Santo Isidoro apresenta-se constituída por nave única e capela-mor retangular, sendo um bom exemplo da arquitetura portuguesa da época românica, tendo em conta a sua fácil execução e que resulta, precisamente, da justaposição de dois retângulos.

Planta da Igreja de Santo Isidoro

Na fachada principal, um elaborado portal, composto por três arquivoltas toreadas e ligeiramente quebradas, mostra um arco envolvente composto por bilhetes. Ao nível da imposta, o motivo de origem bracarense que encontramos igualmente noutros edifícios da bacia do Tâmega (como Tarouquela e São Cristóvão de Nogueira, em Cinfães) e que aqui se prolonga por toda a fachada, ao modo de friso.

Talhados em relevo fundo, os corações invertidos surgem unidos por presilhas, duas a duas. Também conhecido como o motivo das palmetas bracarenses, este desenho de origem clássica, resulta da sua simplificação, resumindo-a apenas ao seu contorno externo. Encontramo-lo no portal lateral sul da Sé de Braga.

As duas arquivoltas internas são sustentadas por colunas com seus capitéis, já que a exterior assenta diretamente sobre os pés-direitos do paramento. A coluna externa do lado esquerdo do observador é prismática, enquanto as outras três têm fuste liso e cilíndrico.

Os capitéis são todos diferentes e compostos por um fino desenho que conjuga motivos fitomórficos com outros de natureza vegetalista. O tímpano, apoiado sobre lintel com respetivas mísulas, ostenta uma cruz patada. Sobre o portal, um pequeno óculo quadrilobado ilumina o interior da nave.

Terão existido estruturas alpendradas em ambas as fachadas laterais, aspeto comprovado pela existência de mísulas cravadas a meia altura dos respetivos paramentos. Se na fachada lateral norte são lisas e quadrangulares, na fachada oposta algumas delas apresentam motivos ornamentais.

Fachadas da Igreja de Santo Isidoro
Na fachada lateral sul, a presença de um lacrimal sobre o nível das mísulas confirma a existência de uma estrutura alpendrada neste lado da Igreja. Sob este protegia-se o portal lateral, cuja estrutura, aparentemente mais simples que a do portal principal, nos aponta para uma cronologia mais tardia: duas arquivoltas ligeiramente quebradas e com vivas arestas inscrevem-se na espessura do próprio muro, assentando diretamente sobre os seus pés direitos.

Não fora a presença de tímpano com cruz vazada idêntica à da fachada principal, diríamos tratar-se de um exemplo característico de portal enquadrado naquilo a que se tem vindo a chamar de românico de resistência.

No entanto, a evidente diferença ao nível da coloração do granito deste tímpano e do restante conjunto leva-nos a crer que estamos diante de um tímpano bem posterior à época em estudo, que designaríamos até de neo-românico, cuja data de feitura é extremamente difícil de precisar.
Estreitas frestas iluminam o interior da Igreja, rasgando os muros da nave e da capela-mor, incluindo a própria parede fundeira. Em ambos os corpos que dão forma a esta Igreja, uma série de cachorros que, mais elaborados no lado sul, lembram os da fachada lateral norte do Mosteiro de Roriz (Santo Tirso), embora em Canaveses não sustentem qualquer cornija sobre arquinhos.

No lado norte, mais simples, retangulares e maioritariamente lisos, encontramos um modelo mais vulgar na região da bacia do Tâmega.

No interior, aos paramentos lisos, em granito aparente e animados por estreitas frestas, soma-se um simples arco triunfal, ligeiramente quebrado, desprovido de qualquer elemento ornamental.
Recuperação e Valorização
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No ano de 1976 esta Igreja foi alvo de obras, como nos esclarece Fernando de Pamplona dizendo que, “ao proceder-se ao restauro da velha igreja”, feito a expensas do povo dessa freguesia, “ao retirarem-se os altares brancos e doirados de Setecentos e Oitocentos e ao limparem-se as paredes da caliça que as cobria para se pôr a nu a majestade do granito, surgiram, na parede frontal e nas laterais da abside, como fundo do altar de pedra agora refeito, frescos meio destruídos, mas de que boa parte se conseguiu salvar”.

Desta campanha de obras precedeu-se então à remoção do reboco dos paramentos interiores, limpeza e substituição de algumas pedras, entaipamento da porta exterior de acesso ao coro, na fachada lateral a sudeste, entaipamento de porta exterior de acesso ao púlpito, na fachada lateral a noroeste, reposição da porta lateral com tímpano assente em impostas na fachada a sudeste, entaipamento de porta interior de comunicação entre a sacristia e capela-mor, entaipamento de duas janelas na capela-mor, do lado da Epístola, e tratamento de fresta parcialmente destruída, remoção do retábulo-mor, substituição do teto de madeira e do soalho, colocação do pavimento em lajeado granítico e mesa de altar em pedra na capela-mor, limpeza e conservação do fresco, execução de um sacrário com motivos figurativos de cores vivas, uma mísula de apoio à liturgia, um ambão e o apoio do círio e cruz processional, remoção do coro-alto e dos retábulos neoclássicos.

Em 1994 a Igreja volta a sofrer obras de recuperação na sacristia e soalho, continuadas em 1996 com trabalhos de conservação e restauro dos frescos. Por fim, em 1988 procedeu-se ao envernizamento das caixilharias.
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Saber mais
Bibliografia

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