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Igreja de São João Baptista de Gatão  
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  • Nome: Igreja de São João Baptista de Gatão
  • Tipologia: Igreja
  • Classificação: Monumento Nacional, pelo Dec. n.º 30 762, DG, 1.ª série, n.º 225 de 26 setembro de 1940 / Dec. n.º 30 838, DG n.º 254 de 01 novembro de 1940 / Dec. n.º 33 587, DG, 1.ª série, n.º 63 de 27 março de 1944
  • Concelho: Amarante
  • Dia do Orago: São João Baptista - 24 de junho 
  • Horário do Culto: Sábado - 16h00; domingo - 09h30 
  • Horário da Visita: Por marcação   
  • Serviços de apoio:
  • Telefone : 255 810 706 / 918 116 488 
  • Fax: 255 810 709   
  • E-Mail: rotadoromanico@valsousa.pt    
  • Web: www.rotadoromanico.com   
  • Localização:
    Largo da Igreja, União das Freguesias de Amarante (São Gonçalo), Madalena, Cepelos e Gatão, concelho de Amarante, distrito do Porto.
  • Como Chegar:
    Se vem do Norte de Portugal através da A28 (Porto), da A3 (Porto), da A24 (Chaves/Viseu), da A7 (Póvoa de Varzim) ou da A11 (Esposende/Marco de Canaveses) siga na direção da A4 (Bragança/Matosinhos). Saia no nó de Amarante Oeste da A4. Siga na direção de Celorico de Basto até se deparar com a sinalização da Igreja de Gatão.

     

    A partir do Porto opte pela A4 (Vila Real). Saia em Amarante Oeste. Siga na direção de Celorico de Basto.

     

    Se vem do Centro ou Sul de Portugal pela A1 (Porto) ou pela A29 (V.N. Gaia) opte pela A41 CREP (Vila Real). Escolha depois a A4 (Vila Real). Saia em Amarante Oeste e siga na direção de Celorico de Basto.

     

    Se já se encontra na cidade de Amarante, tome a estrada N15 na direção de Felgueiras. Nos semáforos junto aos Bombeiros Voluntários, vire à direita na direção de Celorico de Basto.

  • Coordenadas Geográficas: 41° 17' 48.95" N / 8° 3' 47.28" O 
História
História
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Igreja de Gatão (Fotografia: © SIPA – IHRU)A paróquia de Gatão parece ter integrado, na Idade Média, a vasta Terra de Sousa, em que o Catálogo das Igrejas de 1320 a inclui, taxando a sua Igreja em 80 libras – valor francamente diminuto quando comparado com as matrizes vizinhas de Telões (1500 libras) ou de Freixo de Baixo (400 libras). Na reorganização subsequente que afetou esta região, Gatão veio a fazer parte do vasto termo do concelho de Celorico de Basto.

Não obstante a atenuada importância económica da Igreja de Gatão (reflexo certamente dos seus reduzidos limites) ela foi abadia e, ao longo da Idade Moderna, são referidos alguns dados que evidenciam um crescimento do seu capital: em 1706 rendia 200 mil réis e em 1758 chegava aos 500 mil, segundo atestam respetivamente Francisco Craesbeeck (1673-1736) e o pároco João de Magalhães. No início de setecentos não possuía sacrário, talvez por servir um número relativamente pequeno de contribuintes maiores (150 fogos em 1706 e 70 em 1767).

Em 1758 submetia-se no eclesiástico e no espiritual ao arcebispado de Braga, no civil e judicial à comarca de Guimarães e à vila de Celorico de Basto, de cujo termo era donatário o Marquês de Valença. O padroado da Igreja pertencia ao Ordinário, ou seja, ao bispo do Porto que apresentava o pároco e recebia a renda, cujo valor orçava pelos já referidos 500 mil réis. Pela reorganização diocesana de 1882, passou da arquidiocese de Braga para a diocese do Porto.

A Igreja de Gatão ainda que marcada por um hibridismo estilístico, que estende a sua cronologia de edificação pelos séculos XIII-XIV, conserva na cabeceira alguns elementos românicos que transportam o visitante até aos primeiros séculos desta comunidade, construída quase nos limites diocesanos do Porto e Braga.

As pinturas murais de Gatão, que resistiram às intervenções contemporâneas do século XX, revelam ainda, na sua iconografia, cores e adaptação à estrutura da Igreja, a sensibilidade espiritual e religiosa de quem as mandou executar, concebeu e se prostrava ante delas.

Na capela-mor subsistem duas representações em bom estado: do lado do Evangelho, Cristo transporta a cruz com visível esforço e sacrifício. Por baixo uma legenda - HVMILIAVIT SEMETPM VSQUE AD MORTEM – que apesar de incompleta, remete para o versículo da epístola de São Paulo aos Filipenses: “Humilhou-se a si mesmo, feito obediente até a morte, e morte de cruz” (Fl. 2:8).

Do lado oposto, da Epístola, Santo António de Lisboa exibe ante os fiéis os seus atributos mais comuns: o livro e sobre ele o Menino Jesus, em pé, e ainda uma flor-de-lis, símbolo de realeza e pureza.

Sobre a fresta que hoje se encontra aberta e permite a entrada de luz através da cabeceira, encontrava-se uma representação de São João Baptista, o padroeiro da Igreja, apeada nas remodelações efetuadas na década de 30 do século XX. Vestia a tradicional indumentária de eremita e fazia acompanhar-se pelo cordeiro e pela cruz-estandarte que ele, como arauto da Boa Nova, exibe enquanto anúncio e símbolo de Vida na Morte.

Na nave persistem três fragmentos do programa que cobriria toda a parede exterior do arco cruzeiro: uma pintura representando o Calvário (sobre o topo do arco triunfal), outra a Coroação da Virgem (do lado esquerdo) e outra com o São Sebastião, Santa Catarina e Santa Luzia (do lado direito).

As pinturas da capela-mor e nave são atribuídas a artífice ou artífices desconhecidos do século XV e do século XVI respetivamente. Além das pinturas murais particularmente atrativas, não podemos deixar de destacar a escultura, dita da Virgem do Rosário, que se venera na capela-mor.
Personalidades Históricas
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Teixeira de Pascoaes
Teixeira de PascoaesA Gatão liga-se o nome de Teixeira de Pascoaes, um dos mais importantes poetas, escritores e ensaísticas de Portugal na viragem do século XIX para o século XX.

Na sua escrita debate-se com a ideia de existência humana, da figura de Deus, da espiritualidade saída do combate entre o positivismo e a sua radicalidade e o nacionalismo emergente dos primeiros decénios do século XX.

Foi monárquico e deixou um legado muito particular sobre a região onde nasceu e viveu, à sombra do Marão e à vista do Tâmega.

Faleceu em 1952 e foi sepultado no cemitério frente à Igreja de Gatão, numa campa rasa onde se inscrevem dois versos que ele propositadamente escreveu para ali figurarem: "Apagado de tanta luz que deu / Frio de tanto calor que derramou".

Cronologia
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Séculos XIII-XIV - Cronologia proposta para a edificação da Igreja de Gatão;

1320 - A Igreja de Gatão foi taxada com 80 libras;

Século XV (finais) - Campanha de pintura mural da Igreja de Gatão;

1758- Existiam em Gatão três retábulos em talha;

1864 - O estado de conservação da Igreja de Gatão é considerado bom;

1882 – Devido à reorganização diocesana, Gatão passou da arquidiocese de Braga para a diocese do Porto;

1937 - O padre Manuel Couto avisa sobre a existência de pinturas murais na Igreja;

1940 - Classificação da Igreja de Gatão como Monumento Nacional;

1941-1951 - Grande campanha de restauro;

2010 - Integração da Igreja de São João Baptista de Gatão na Rota do Românico;

2015 - Conservação geral da Igreja ao nível das coberturas, paramentos, vãos exteriores e tetos,  e restauro da pintura mural, no âmbito da Rota do Românico.

Especialidades
Arquitetura
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Conjunto formado por galilé e Igreja de planta longitudinal, nave única e capela-mor quadrangular. Em termos volumétricos, ao nível dos alçados, embora a galilé e a nave apresentem a mesma altura, como que formando um único e só corpo, a capela-mor apresenta-se mais baixa que esta última.

Planta da Igreja de Gatão (Fotografia: © SIPA – IHRU)

A cabeceira é, pois, o único elemento românico que se conserva com maior integridade. Na parede fundeira destaca-se uma fresta românica e delimitada no interior, no seu arco de volta perfeita, por um toro.

Fachada oriental da Igreja de Gatão (Fotografia: © SIPA – IHRU)

Do lado da Epístola rasgam-se ainda dois janelões retangulares, visivelmente modernos, e que permitem a iluminação interna deste espaço. É também deste lado que se rasga a porta de acesso à sacristia. No alçado norte, uma estreita fresta idêntica à da nave e à da parede fundeira da abside. Digna de destaque é a cornija que, em ambos os alçados da cabeceira, é sustentada por uma banda lombarda.

Fachada sul da Igreja de Gatão (Fotografia: © SIPA – IHRU)



Fachada norte da Igreja de Gatão (Fotografia: © SIPA – IHRU)

A abside de Gatão assume-se como um espaço intimista e resguardado, fruto das dimensões e da amplitude do vão do arco triunfal, que a fecha relativamente à nave. E é precisamente ao nível deste arco, de volta perfeita, que encontramos os mais característicos elementos românicos deste edifício.

Composto por duas arquivoltas quebradas, mas facetadas e lisas, o arco é envolvido por um friso enxaquetado. A arquivolta apoia-se sobre duas colunas, cujo fuste baixo e grosso ostenta dois imponentes capitéis lavrados, numa composição formada por motivos vegetalistas e enrolamentos, embora, porque diferentes, o do lado da Epístola revele um tratamento mais cuidado no talhe da pedra.

Estes capitéis são originais, mas muito tardios, embora comparáveis aos do claustro da colegiada de Guimarães. As impostas, toreadas, prolongam-se ao modo de friso pela parede fundeira da nave. Também as bases das colunas, bolbiformes, apresentam plinto ornado com motivos geometrizantes.

Fachada principal da Igreja de Gatão (Fotografia: © SIPA – IHRU)

Embora visivelmente transformada durante a Época Moderna, a nave ainda denuncia a sua origem medieval. Além das estreitas frestas, duas de cada lado, que permitem a iluminação do espaço interno, no lado sul rasga-se um portal simples com arco ligeiramente quebrado mas desprovido de qualquer elemento decorativo.

A sua estrutura pode bem ser um elemento indicativo de uma cronologia avançada na conceção da fábrica medieval de Gatão. A meia altura desta fachada, um lacrimal e alguns silhares salientes, ao modo de modilhões, deixam entrever a existência de uma estrutura alpendrada que, entretanto, desapareceu.

Atente-se, ainda deste lado, às diferenças existentes ao nível do corte dos silhares que dão corpo ao paramento e que atestam ou a existência de várias campanhas construtivas da fábrica ou, ainda, a marca de transformações profundas sofridas por Gatão ao longo dos séculos.

Na extremidade de ambos os alçados da nave foi rasgado um arco, cuja matriz clássica é atestada pelas linhas da imposta. Permitindo um acesso lateral à galilé, no seu fecho exibe-se um mascarão, também ele de raiz clássica e idêntico ao que remata a aduela do fecho da fachada principal. 
Recuperação e Valorização
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Por volta da segunda metade do século XIX, particularmente em 1864, o pároco de Gatão, Domingos Alves da Silva, em resposta ao Inquérito realizado na diocese do Porto, alude ao bom estado de conservação da Igreja. As boas notícias continuaram na centúria seguinte: em 1937 foram descobertos frescos pelo padre Manuel Couto e que, mais tarde, Aarão de Lacerda publicara artigo relativo aos mesmos na revista Prisma.

Foi precisamente o aparecimento destes frescos que desencadeou a intenção de classificação desta Igreja como Monumento Nacional. Num ofício dirigido pelo arq. Baltazar de Castro ao eng. Henrique Gomes da Silva, Diretor-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, intercede-se precisamente a favor da classificação do imóvel e respetivos frescos, considerados “preciosos”.

Recuperação e valorização da Igreja de Gatão (Fotografia: © SIPA – IHRU)No ano seguinte, a proposta de classificação, “incluindo as pinturas murais a fresco que a decoram”, obtivera já parecer favorável da Junta Nacional de Educação. Apesar da “sua cândida simplicidade, e da sua fábrica tão revolvida, considerou-se que o merecimento de Gatão advem-lhe de algumas pinturas “a fresco” que a decoraram no século de quinhentos e que a despeito dos azares porque passou ainda encerra, mercê do elevado e amoroso interêsse do abade da freguesia”.

Foi, pois, pelo Decreto n. º 30762, publicado no Diário de Governo n.º 225, de 26 de setembro de 1940, que a Igreja de Gatão, com seus frescos, foi classificada como Monumento Nacional. Estavam, pois, criadas as condições necessárias à sua salvaguarda e que passava, precisamente, pela realização de uma profunda intervenção de restauro, apesar de existirem visões diferentes sobre a situação.

Data de 26 de julho de 1941 a Memória relativa à intervenção de “Obras de Reconstrução, Limpesa, Restauro e Tratamento dos Frêscos da Igreja de Gatão – Amarante”. Partindo do precário estado de conservação do edifício foram então descriminadas as obras, prevendo estas a reconstrução da sacristia exterior, um pouco deslocada da atual (embora se tenha antes optado pelo rebaixamento das suas paredes, “para desafogo dos arcos lombardos da cornija da capela-mor”); uma melhoria do acesso ao coro alto, no interior com uma nova escada e no exterior através da escada de serviço existente “e metida no topo dianteiro da parede lateral da nave”, a ser beneficiada (mas optou-se antes por demolir uma escada, “já antiga, que dava acesso ao coro, através da parede lateral (sul) da galilé”).

A par de uma beneficiação geral do equipamento litúrgico da Igreja, no qual se incluiu o púlpito (dotado de uma nova guarda de madeira) ou a conceção de um novo armário de madeira para o coro, decidiu-se simultaneamente por retirar “para fóra da igreja por falta de condições recomendáveis” os altares “simples de madeira aos lados do arco triunfal”, assim como o da capela-mor, “também de madeira e do mesmo tipo, para libertar o altar primitivo de granito cuja mesa ainda permanece intacta”.

Recuperação e valorização da Igreja de Gatão (Fotografia: © SIPA – IHRU)Como se pode depreender, foi bastante purista este restauro. Conforme nos elucida D. João de Castro, autor do texto do Boletim da DGEMN consagrado a esta intervenção, após o restauro foi recuperada uma “unidade construtiva necessária à […] conservação e ao decoro estético deste edifício que há muito perdera, de forma irrecuperável, a sua unidade arquitectónica”.

Refira-se aqui que, durante a execução dos trabalhos, o mesmo pároco, Manuel da Silva Couto, dirigiu-se aos serviços responsáveis com uma proposta bastante original para a época: aproveitando o ambiente de obras que se vivia por então neste imóvel, o pároco pede uma ampliação da Igreja, questionando se “não poderia a portada principal vir à frente e formar uma fachada no estilo da igreja? Ficaria o corpo da igreja demasiado comprido em proporção com a largura e capela-mor. Mas não poderia, por exemplo, ficar uma inscrição a justificar essa anomalia pela necessidade do culto?” Alegava o pároco uma necessidade de mais espaço para os fiéis e que se atendesse “primeiro que tudo ao culto, a que a igreja se destina”. Este pedido não foi atendido.

Uma das mais profundas intervenções que foi preciso realizar foi a de substituição total do sistema de cobertura da Igreja. A Memória de 1941 alude à inteira reconstrução dos telhados, incluindo-se na intervenção um novo forro em madeira. No entanto, no decorrer desta fase da obra sentiu-se que se tinha de apear e reconstruir, “até meia altura, da parede lateral (sul) da nave”, aproveitando-se então para substituir por “duas frestas devidamente localizadas, o janelão ali aberto em modernos tempos”.

Além da consequente mudança ao nível da legibilidade deste alçado, esta intervenção torna-se tanto mais significativa pelo facto de ter gerado um protesto por parte do pároco de Gatão. A 14 de dezembro de 1942, o padre Manuel da Silva Couto alude ao facto de a obra ter sido suspensa. Tendo-se apenas feito os alicerces da nova parede, a Igreja encontra-se desde outubro a “atravessar o inverno assim neste estado”, destelhada e com uma capela apeada.

Segundo explicação do arq. Baltazar de Castro, tal interrupção deveu-se ao facto de a verba das obras de reparação do telhado ter sido canalizada para o apeamento da parede sul da nave, que ameaçava ruir. Além disso, a aquisição da madeira para a armação do telhado esgotou a dotação inicial. A concessão de nova dotação permitiu que os trabalhos fossem rapidamente retomados. Em 1951 publicava-se o Boletim que os memorou.

Recuperação e valorização da Igreja de Gatão (Fotografia: © SIPA – IHRU)Em 1966 é feita a instalação elétrica da Igreja, por iniciativa do novo pároco de Gatão, José Augusto de Sousa Marques, aludindo à “vantagem para os fiéis, nos actos de culto” e ao facto de que assim se realçaria, “aos olhos dos turistas que a visitam certas partes do seu interior que, nem a própria luz do sol consegue iluminar”. Não deixa, todavia, de ser interessante o comentário que o pároco faz à penumbra que até então enchia o interior da Igreja de Gatão, emprestando-lhe “um ar mais pesado, mais nobre, mais conforme à sua idade secular”.

Na segunda metade da década de 1970 foram realizadas diversas obras de conservação que incluíram a construção de novas portas, a limpeza dos telhados e a reconstrução de argamassas da fachada principal. Também foram feitos diversos trabalhos na Zona de Proteção do monumento, nomeadamente na residência paroquial e no cemitério, que foi ampliado. Na década de 1990 a Igreja de Gatão já necessitava de novo reboco.

No âmbito da integração da Igreja de Gatão na Rota do Românico, foram realizados trabalhos de conservação geral da Igreja ao nível das coberturas, paramentos, vãos exteriores e tetos, bem como o restauro da pintura mural.
Galeria
  • +Igreja de Gatão. Parede do arco triunfal. Pintura mural.

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  • +Igreja de Gatão. Capela-mor. Pintura mural.

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  • +Igreja de Gatão. Parede do arco triunfal. Pintura mural.

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  • +Igreja de Gatão. Arco triunfal. Base.

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  • +Igreja de Gatão. Arco triunfal. Capitel.

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  • +Igreja de São João Baptista de Gatão [s.d.] (Fotografia: © SIPA – IHRU)

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  • +Igreja de São João Baptista de Gatão (1949) (Fotografia: © SIPA – IHRU)

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  • +Igreja de São João Baptista de Gatão [s.d.] (Fotografia: © SIPA – IHRU)

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  • +Igreja de Gatão. Nave.

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  • +Igreja de São João Baptista de Gatão [s.d.] (Fotografia: © SIPA – IHRU)

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  • +Igreja de Gatão. Fachada sul.

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  • +Igreja de Gatão. Fachada ocidental.

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  • +Igreja de Gatão. Fachada norte.

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  • +Igreja de Gatão. Galilé.

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  • +Igreja de Gatão. Fachada ocidental. Portal ocidental.

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  • +Igreja de Gatão. Arco triunfal. Capitel.

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  • +Igreja de Gatão. Arco triunfal.

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  • +Igreja de Gatão. Fachada oriental.

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  • +Igreja de Gatão. Fachada ocidental. Torre sineira.

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  • +Igreja de Gatão. Detalhe da fachada norte.

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Saber mais
Bibliografia

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