Informação Geral
Igreja de São Mamede de Vila Verde 
Ver Mapa
  • Nome: Igreja de São Mamede de Vila Verde
  • Tipologia: Igreja
  • Classificação: Monumento de Interesse Público, pela Portaria n.º 740-DU/2012, DR, 2.ª série, n.º 248, de 24 de dezembro de 2012
  • Concelho: Felgueiras
  • Dia do Orago: São Mamede – 17 de agosto 
  • Horário da Visita: Por marcação 
  • Serviços de apoio:
  • Telefone : 255 810 706 / 918 116 488 
  • Fax: 255 810 709 
  • E-Mail: rotadoromanico@valsousa.pt  
  • Web: www.rotadoromanico.com 
  • Localização:
    Rua do Românico, São Mamede, União das Freguesias de Vila Verde e Santão, concelho de Felgueiras, distrito do Porto.
  • Como Chegar:

    Se vem do Norte de Portugal através da A28 (Porto), da A3 (Porto), da A7 (Póvoa de Varzim), da A24 (Chaves/Viseu) ou da A4 (Bragança/Matosinhos) siga na direção de Felgueiras pela A11 (Esposende/Marco de Canaveses). Saia no nó de Caíde da A11 e siga para a Lixa (Torre de Vilar), pela N15, até encontrar a indicação da Igreja de Vila Verde.

    A partir do Porto opte pela A4 (Vila Real) e depois pela A11 (Felgueiras). Nesta via saia no nó de Caíde e siga para a Lixa (Torre de Vilar), pela N15, até encontrar a indicação da Igreja de Vila Verde.

    Se vem do Centro ou Sul de Portugal pela A1 (Porto) ou pela A29 (V.N. Gaia) opte pela A41 CREP (Vila Real). Depois escolha a A4 (Vila Real) e a A11 (Felgueiras). Saia no nó de Caíde em direção à Lixa (Torre de Vilar) até encontrar a sinalização da Igreja de Vila Verde.

    Se já se encontra na cidade de Felgueiras, siga para a Lixa, pela N101. Nesta localidade, rume em direção a Penafiel, através da N15, até encontrar a sinalização da Igreja de Vila Verde.

  • Coordenadas Geográficas: 41° 18' 17.190" N / 8° 10' 55.612" O 
História
História
Ouvir

Igreja de São Mamede de Vila Verde antes da RecuperaçãoOs documentos mais antigos referem a existência da Igreja de São Mamede já em 1220, na altura integrando o padroado do Mosteiro de Santa Maria de Pombeiro.

No entanto, o atual edifício corresponde a uma reforma mais tardia, já em plena época de influência gótica, apesar de recorrer ainda à construção românica.

As Inquirições de 1258 indicam que D. Mendo de Sousa instala-se no lugar de Vila Verde em 1258. A capela terá, muito provavelmente, sido erigida no século XIII.

Martim Anes e a irmã Maria Anes efetuam a doação da Quintã de Vila Verde ao Mosteiro de Pombeiro, em 20 de fevereiro de 1301.

Alguns apontamentos de frescos que ainda hoje são passíveis de serem admirados na capela-mor foram pintados, pelo Mestre Arnaus, no século XVI. Na nave é ainda visível o revestimento a reboco decorado com pinturas. O santo padroeiro era S. Mamede.

Durante muito tempo em estado de ruína, sem possuir cobertura, a Igreja sofreu as vicissitudes do abandono e das condições climatéricas. Este desleixo terá principiado após 1866, altura em que é construída uma nova igreja paroquial em Vila Verde. Em 1959 já não possuía telhado.

Personalidades Históricas
Ouvir

Mestre Arnaus
A pintura mural desta igreja é de uma grande beleza artística e, segundo Luís Afonso, terá resultado de uma campanha executada em meados do século XVI pelo pintor Arnaus, autor dos frescos da Igreja de São Paio de Midões (Barcelos), datados de 1535. Este terá sido um artista particularmente imaginativo e de capacidades técnicas muito acima dos seus pares, sendo o mais interessante fresquista do Renascimento português, de acordo com o mesmo autor, com uma obra muito conhecida e dominada por efeitos plásticos de grande virtuosismo técnico.

A importância do fresquista, que também seria um grande pintor em cavalete, arte considerada mais nobre na época, revela-se pelo facto de ter trabalhos encomendados por figuras de peso da sociedade da época, conforme refere Luís Afonso, nomeadamente o abade de Pombeiro, D. António de Mello. A empreitada, segundo o mesmo autor, terá incluído trabalhos nas igrejas de Vila Verde, Santa Eulália de Arnoso e Vila Marim, todas integrantes do património do Mosteiro de Pombeiro.

O virtuosismo de Arnaus leva-o a aproveitar a relação simbiótica entre a pintura mural e a arquitetura, servindo-se habilmente das janelas, reentrâncias e arcos cegos para criar, ou aumentar, os efeitos cenográficos de ilusão de ótica. Através desta técnica, acrescenta Afonso, Arnaus proporciona à sua arte um maior realismo e uma maior profundidade.



Martim Anes 
Alferes-mor Martim Anes de Ribavizela comandou tropas ao lado de Gonçalo Mendes de Sousa, em 1211-1216, em defesa das irmãs do rei D. Afonso II que protestavam pela usurpação das suas terras.  



Gonçalo Mendes de Sousa
Imagem de Gonçalo Mendes de Sousa
Gonçalo Mendes de Sousa, o Bom, nasceu no ano de 1124. Era filho de Mem Viegas de Sousa e foi conselheiro de D. Afonso Henriques que, em 1155, lhe deu uma herdade reguenga no Couto de Pombeiro e o reconheceu como senhor e governador da Terra.

D. Gonçalo de Sousa escolheu o casal de Unhão para sua residência e fez erguer a igreja local, dedicada no ano de 1165, pelo Arcebispo de Braga D. João Peculiar. Consta que, nesse mesmo ano, D. Afonso Henriques se hospedou em sua casa, tendo aí ocorrido um episódio erótico, narrado no "Livro de Linhagens" do Conde D. Pedro e posteriormente aproveitado para tema do curioso romance histórico, de título "O Pecado de D. Afonso Henriques", da autoria do dramaturgo D. João de Castro.

Gonçalo Mendes de Sousa faleceu a 5 de Outubro de 1179. Aquando das suas últimas vontades, escolheu o Mosteiro de Pombeiro para sua sepultura, deixando ao mosteiro todas as suas herdades de Basto, 3 libras da igreja de Margaride, 5 libras da igreja de São Veríssimo, a igreja de Samarim para refazer as vestes sacras e a torre (atual casa do Paço de Pombeiro) que ali edificara para hospício e albergaria dos peregrinos que passassem a caminho de Santiago de Compostela.

Lendas e Curiosidades
Ouvir

São Mamede tem fama de protetor do gado, daí a localização desta Igreja, numa área dedicada à pastorícia. O santo terá sido pastor e mártir da Cesareia, na Capadócia. No deserto terá construído um espaço de oração onde pregava o Evangelho aos animais selvagens. Um anjo ordenou-lhe que utilizasse o leite dos animais para fazer queijo e oferecer aos pobres.
 

São Mamede

O Imperador Aureliano perseguiu São Mamede, acabando por o condenar a ser devorado por um leopardo, um leão e um urso. Estes, contudo, recusaram atacar São Mamede e, pelo contrário, ajoelharam-se aos seus pés. Após ter sofrido martírios incontáveis, as relíquias de São Mamede foram transportadas para Itália, Alemanha e França.

Cronologia
Ouvir

1220 – Registo da existência da paróquia e da Igreja de São Mamede de Vila Verde;

1258 – D. Mendo de Sousa instala-se no lugar de Vila Verde, segundo as Inquirições de 1258;

1301 (20 de fevereiro) – Doação da Quintã de Vila Verde ao Mosteiro de Pombeiro, por Martim Anes e sua irmã Maria Anes;

Séc. XIV – Reedificação da Igreja;

Séc. XVI – Remodelação interior, alteração da cabeceira e campanhas de pintura mural;

Séc. XVIII – Construção da sacristia;

1866 - Construção da nova igreja paroquial de Vila Verde;

Séc. XIX – Abandono do templo;

Séc. XX (década de 40) – Trasladação de enterramentos para o novo cemitério da freguesia;

1959 - A Igreja já não possuía telhado;

1998 – Integração da Igreja de São Mamede de Vila Verde na Rota do Românico do Vale do Sousa;

2004/2006 – Realização de obras, a cargo da DGEMN - Direção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, no âmbito do projeto Rota do Românico do Vale do Sousa;

2012 – Classificação como Monumento de Interesse Público;

2015 – Trabalhos gerais de manutenção da Igreja, no âmbito da Rota do Românico;

2017 (12 de agosto) – Dedicação do altar pelo bispo do Porto, D. António Francisco dos Santos.

Especialidades
Arquitetura
Ouvir

Vila Verde é um edifício de arquitetura religiosa, sendo uma Igreja românica tardia, de planta longitudinal, composta por nave única e capela-mor retangular. Existem vestígios de revestimento a fresco na capela-mor.

Planta de Igreja de São Mamede de Vila Verde

A orientação da Igreja segue as regras canónicas, ou seja, com a fachada principal orientada para ocidente. A cabeceira retangular, seguindo o habitual esquema da arquitetura medieval portuguesa, assume a função paroquial e é mais estreita e baixa do que a nave.

Alçado da Igreja de São Mamede de Vila Verde

Uma das principais características do românico do Tâmega e Sousa prende-se com o perdurar dos modelos construtivos por muito tempo. Este monumento segue esta regra, pois as técnicas construtivas, a planta e os alçados são próprios da arquitetura românica, mas na época da sua construção já há muito que dominava o estilo gótico.

 Alçado da Igreja de São Mamede de Vila Verde

Elementos particulares, como a forma de arranjar os portais e a utilização de cachorros lisos, servem para identificar o período em que as igrejas românicas foram edificadas.

Alçado da Igreja de São Mamede de Vila Verde

Na capela-mor encontram-se frescos, rematados por moldura decorativa, em tons cinza, ocre vermelho e branco. As paredes colaterais da nave evidenciam reboco de cor ocre, pintado com desenho linear orgânico de cor vermelha.

 Alçado da Igreja de São Mamede de Vila Verde

Os sarcófagos trapezoidais, em granito e sem tampa, que ladeiam exteriormente o portal principal pertencem aos fundadores Martim Anes e sua irmã Maria Anes./

Arqueologia
Ouvir

A Igreja sofreu uma intervenção arqueológica entre 21 de junho e 6 de julho de 2005, com o objetivo de procurar compreender a solução construtiva na ligação do arco triunfal à capela-mor, para informar adequadamente o projeto de arquitetura no que respeita à articulação dos diferentes pisos e avaliar a existência de condicionantes arqueológicas à execução das obras previstas para a utilização do templo.

Segundo moradores locais, terão sido efetuados translados dos enterramentos existentes na Igreja para o novo cemitério da freguesia, durante a década de 40 do século XX, pelo que os responsáveis pelos trabalhos arqueológicos não esperavam encontrar vestígios primários de enterramentos.

As escavações principiaram pelo interior da capela-mor, o arco triunfal e o ombro setentrional da nave. Procedeu-se ao levantamento fotográfico e gráfico do pavimento e numeração de todos os elementos para eventual futura remontagem, na zona pavimentada da capela-mor.

O espólio recolhido foi objeto de tratamento preliminar de limpeza, marcação, inventário e classificação, depositado provisoriamente nas instalações da Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho, sendo composto por 175 fragmentos de diversos tipos de materiais, desde vidros contemporâneos, cerâmicas modernas e contemporâneas, associados ao contexto secundário dos aterros registados após a transladação.

Encontraram-se, ainda, uma moeda, duas contas de rosário em cerâmica e um pequeno crucifixo em madeira revestida de chapa de cobre, todos elementos datados do período Oitocentista.

Na fase inicial da escavação foi possível identificar que a vala de fundação do arco triunfal moderno corta os pés de uma das cavidades sepulcrais modernas, além do embasamento do pilar sul do arco medieval original. Este prolongava-se mais para sul, determinando um vão menor.

As escavações esclareceram que a solução de articulação entre a nave e a capela-mor, confirmando a existência de um desnível original entre um espaço e outro e que o alargamento e elevação do arco triunfal, não se traduziu em qualquer alteração do nível das cotas dos pisos, conforme refere o relatório dos trabalhos arqueológicos.

Confirmou-se, igualmente, o profundo e quase total revolvimento do subsolo da igreja, na sequência da transladação dos restos dos enterramentos para o novo cemitério, em meados do século XX.

O altar foi desmontado e a capela-mor recebeu uma repavimentação, recorrendo a elementos originais, incluindo partes do maciço correspondentes à mesa do altar.

Envolvente
Ouvir

No âmbito do Estudo de Valorização e Salvaguarda das Envolventes aos Monumentos da Rota do Românico do Vale do Sousa, no qual foram definidas as linhas diretrizes e de enquadramento para a elaboração subsequente dos projetos técnicos de execução e respetivas obras para a valorização e salvaguarda das envolventes aos monumentos, enunciaram-se as condicionantes consideradas de maior relevância para preservar e requalificar as envolventes aos imóveis.
  
O objetivo do Estudo passa por preservar o contexto em que estes se encontram inseridos, nomeadamente através da integração das condicionantes em dispositivos legais – como Zonas Especiais de Proteção – que restrinjam intervenções urbanísticas que façam perigar a integridade das envolventes.

Envolvente da Igreja de São Mamede de Vila Verde

Procedeu-se, também, à definição das áreas de atuação e intervenções de âmbito geral a ter em conta nas envolventes, para alargar o ordenamento do território a uma zona mais vasta no sentido de permitir uma melhor circulação de turistas na região.

Finalmente, o Estudo definiu quais as intervenções prioritárias a realizar nas envolventes aos monumentos, para permitir a estabilização dos territórios e, simultaneamente, corrigir e/ou criar estruturas e infraestruturas de apoio.

A paisagem envolvente do monumento carece de estabilização do loteamento existente a nascente, não permitindo o seu alargamento para poente.

Os aterros aqui localizados deverão ser ordenados, interrompendo-os ou removendo-os parcialmente, de forma a restabelecer a relação visual entre a Igreja e o vale.

A implantação do campo de futebol e o respetivo parque de estacionamento criaram um aterro que deverá ser objeto de estudo e de integração na requalificação da área.

Os arruamentos próximos do monumento deverão ser redefinidos para criar faixas de estacionamento e passeios, bem como a iluminação terá de sofrer alterações para não perturbar a relação visual. As cablagens aéreas deverão ser enterradas.

Recuperação e Valorização
Ouvir

A Igreja foi objeto de obras de conservação e valorização, no âmbito das quais se procedeu ao restauro de pinturas murais. Estas apresentavam um preocupante estado de conservação em resultado de um prolongado estado de ruína a que o edifício esteve sujeito.

Recuperação da Igreja de São Mamede de Vila Verde

Segundo os responsáveis pelo restauro, a pintura estende-se pela totalidade da parede fundeira da capela-mor e continua por metade das paredes adjacentes.

Na nave encontra-se pintura no final das paredes laterais, junto à parede do arco triunfal, em situação análoga à anterior.

O restauro principiou pela remoção, a seco, dos musgos e líquenes que cobriam a pintura e pela aplicação diária de um produto específico para prevenção de organismos vivos e para facilitar a sua remoção.

Recuperação da Igreja de São Mamede de Vila Verde

Entre os rebocos e o suporte encontraram-se raízes, que foram removidas. Seguiu-se uma limpeza húmida, apenas possível devido à excecional qualidade do reboco original.

As lacunas foram preenchidas em profundidade antes da aplicação do reboco final, para o qual foi escolhida uma argamassa de duas partes de areia branca, uma parte de areia amarela e uma parte e meia de cal, com adição de pequena medida de pó de pedra negra.

Os responsáveis pelo restauro optaram por não efetuar uma reintegração cromática, devido à grande fragmentação da pintura. Em paralelo, procedeu-se à lavagem dos paramentos da nave, que apresentavam restos de reboco caiado.

Recuperação da Igreja de São Mamede de Vila Verde

A pintura da parede fundeira corresponde, segundo os técnicos, a uma campanha de inícios do século XVI, podendo ser dividida em duas partes distintas.

A superior é preenchida por composição decorativa de elementos vegetalistas que envolvem um escudo de armas central. A inferior divide-se em três áreas verticais com a representação, em cada uma delas, de três figuras de santos. À esquerda, provavelmente, São Bento, e à direita, provavelmente, São Bernardo, encontram-se dois monges com mitra e báculo. Ao centro estará S. Mamede, pese embora o grande número de elementos em falta. Estas imagens estão rematadas por uma moldura em forma de barra de enrolamento.

Por cima da composição encontram-se vestígios de uma segunda campanha pictórica, que cobriria toda a parede fundeira, prolongando-se até metade das paredes laterais. Nestas últimas é possível observar uma representação de armas pontuada por motivos decorativos estampilhados.

Recuperação da Igreja de São Mamede de Vila Verde

Na nave, os fragmentos encontrados nas paredes laterais devem fazer parte da primeira campanha da capela-mor. O reboco da zona superior e da zona inferior possuem, em ambos os lados, um hiato central, registando-se a presença de uma pintura decorativa de padrão repetitivo de quadrifólios a vermelho e negro.

Galeria
  • +Igreja de São Mamede de Vila Verde

    JPG - 143Kb

    Download»
  • +Pintura mural da Igreja de Vila Verde

    JPG - 495Kb

    Download»
  • +Pintura mural da Igreja de Vila Verde

    JPG - 257Kb

    Download»
  • +Igreja de São Mamede de Vila Verde

    JPG - 70Kb

    Download»
  • +Igreja de São Mamede de Vila Verde

    JPG - 137Kb

    Download»
  • +Igreja de São Mamede de Vila Verde

    JPG - 99Kb

    Download»
  • +Igreja de Vila Verde inserida na paisagem

    JPG - 333Kb

    Download»
  • +Fachada sul da Igreja de Vila Verde

    JPG - 364Kb

    Download»
  • +Fachada principal da Igreja de Vila Verde

    JPG - 245Kb

    Download»
  • +Nave da Igreja de Vila Verde

    JPG - 162Kb

    Download»
  • +Cabeceira da Igreja de Vila Verde

    JPG - 331Kb

    Download»
  • +Cachorros da fachada sul da Igreja de Vila Verde

    JPG - 361Kb

    Download»
Saber mais
Bibliografia

AFONSO, Luís Urbano de Oliveira – A Pintura mural portuguesa entre o Gótico Internacional e o fim do Renascimento: formas, significados, funções. Lisboa: [s.n.], 2006. Tese de Doutoramento em História da Arte, apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. 3 Vols.

AFONSO, Luís Urbano de Oliveira – “Arnaus: um fresquista do Renascimento”. In SERRÃO, Veríssimo (coord.) – O largo tempo do Renascimento: arte, propaganda e poder. Casal de Cambra: Caleidoscópio, 2005. p. 212-221.

ALMEIDA, Carlos Alberto Ferreira de – Patrimonium: inventário da Terra de Sousa: concelhos de Felgueiras, Lousada e Paços de Ferreira. [CD-ROM]. Porto: Etnos, 1995.

BESSA, Paula – “Pintura mural em Santa Marinha de Vila Marim, S. Martinho de Penacova, Santa Maria de Pombeiro e na Capela Funerária anexa à Igreja de S. Dinis de Vila Real: parentescos pictóricos e institucionais e as encomendas do Abade D. António de Melo”. Separata de Cadernos do Noroeste. Braga: Universidade do Minho. Série História 3, vol. XX, nº1-2 (2003) p.67-96.

BOTELHO, Maria Leonor – São Mamede de Vila Verde: um testemunho tardio do românico do Vale do Sousa. Felgueiras: Município de Felgueiras, 2011.

CRAESBEECK, Francisco Xavier da Serra – Memórias ressuscitadas da Província de Entre Douro e Minho no ano de 1726. Ponte de Lima: Edições Carvalhos de Basto, 1992. Vol. II.

FERNANDES, M. Antonino – Felgueiras de ontem e de hoje. Felgueiras: Câmara Municipal de Felgueiras, 1989.

FONTES, Luís; CATALÃO, Sofia – “Intervenções arqueológicas no âmbito da Rota do Românico do Vale do Sousa”. In Actas do I Encontro de Arqueologia das Terras de Sousa. Oppidum - Revista de Arqueologia, História e Património. Lousada: Câmara Municipal de Lousada. Número Especial (2008) p. 257-281.

MALHEIRO, Miguel (coord. cient.) - São Mamede de Vila Verde: construir uma igreja com as suas pedras. Lousada: Centro de Estudos do Românico e do Território, 2011. ISBN 978-989-20-2792-0.

MALHEIRO, Miguel [et al.] – “Torre de Vilar”. In Estudo de Valorização e Salvaguarda das Envolventes aos Monumentos da Rota do Românico do Vale do Sousa: 2ª Fase. Porto: [s.n.], 2005. Vol. II.

ROSAS, Lúcia (coord.) – Românico do Vale do Sousa. Lousada: Comunidade Urbana do Vale do Sousa, 2008.

Downloads