Informação Geral
Igreja de São Vicente de Sousa 
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  • Nome: Igreja de São Vicente de Sousa
  • Tipologia: Igreja
  • Classificação: Monumento Nacional, pelo Dec. 129/77, DR 226 de 29 de setembro de 1977
  • Concelho: Felgueiras
  • Dia do Orago: São Vicente – 22 de janeiro 
  • Horário do Culto: Domingo e dias santos – 09h30; quinta-feira – 20h00  
  • Horário da Visita: Por marcação 
  • Serviços de apoio:
  • Telefone : 255 810 706 / 918 116 488 
  • Fax: 255 810 709 
  • E-Mail: rotadoromanico@valsousa.pt  
  • Web: www.rotadoromanico.com 
  • Localização:
    Lugar da Igreja, União das Freguesias de Torrados e Sousa, concelho de Felgueiras, distrito do Porto.
  • Como Chegar:

    Se vem do Norte de Portugal através da A28 (Porto), da A3 (Porto), da A7 (Póvoa de Varzim), da A24 (Chaves/Viseu) ou da A4 (Bragança/Matosinhos) siga na direção de Felgueiras pela A11 (Esposende/Marco de Canaveses). Saia no nó de Felgueiras Oeste, seguindo depois a sinalização da Rota do Românico/Mosteiro de Pombeiro até à Igreja de Sousa.

    A partir do Porto opte pela A3 (Valença), depois pela A41 CREP (Paços de Ferreira), A42 (Felgueiras) e, finalmente, pela A11 (Felgueiras). Saia no nó de Felgueiras Oeste e siga a sinalização da Rota do Românico.

    Se vem do Centro ou Sul de Portugal pela A1 (Porto) ou pela A29 (V.N. Gaia) opte pela A41 CREP (Vila Real). Depois escolha a A42 (Felgueiras) e a A11 (Felgueiras). Nesta via saia no nó de Felgueiras Oeste, seguindo depois a sinalização da Rota do Românico.

    Se já se encontra na cidade de Felgueiras, siga na direção de Guimarães, através da N101, e depois na de Vizela, não considerando o desvio para o Mosteiro de Pombeiro.

  • Coordenadas Geográficas: 41° 20' 37.685" N / 8° 14' 56.145" O 
História
História
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Igreja de São Vicente de Sousa

Duas inscrições na Igreja de S. Vicente de Sousa, da época românica, permitem conhecer a sua história. A inscrição comemorativa da Dedicação da Igreja encontra-se gravada na face externa da parede da nave, à direita do portal lateral norte do templo, revelando que a Igreja foi sagrada em 14 de agosto de 1214.

Como garante a inscrição, a cerimónia de Dedicação foi presidida pelo Arcebispo de Braga, D. Estêvão Soares da Silva, que ocupou o cargo entre 1212 e 1228. A dedicação foi promovida pelo prelado da Igreja, D. Fernando Raimundo. O dia 31 de agosto de 1214 coincidiu com um domingo, como era canonicamente recomendado para a realização deste tipo de cerimónia.

Já a segunda inscrição é mais antiga, de 1162, correspondendo a uma inscrição fúnebre ou comemorativa da construção de um arcossólio. A ser, de facto, uma inscrição funerária, trata-se do exemplar mais antigo registado.

Personalidades Históricas
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Padre João Pereira Pinto
João Pereira Pinto (30 de março de 1659 - 17 de fevereiro de 1733) é filho de Jerónimo Vaz de Sá e D. Jerónima da Cunha.

Dado à vida eclesiástica, a ela se entregou pela incessante leitura e aturado estudo, enriquecendo as letras com várias produções suas em português, italiano e latim, sobressaindo entre estas o "Apparatus historicus", não sendo menos curiosa a que intitulou "Benedictus XIII, Summus Eclesia Pontifex Gratia Benedictus”.

Expedicionário em Roma no longo período de 28 a 32 anos, não esqueceu ali a pátria, tendo sido incansável nos malogrados trabalhos intentados na Sé Apostólica para a beatificação de D. Afonso Henriques, em que tanto se empenhavam os cónegos regrantes de Santa Cruz de Coimbra.

Regressando ao reino por ordem real, faleceu a 17 de fevereiro de 1733, tendo em Lisboa pomposíssimas exéquias, mandadas celebrar em sua honra por D. João V, em atenção aos seus valiosos serviços.



São Vicente de Fora 
Imagem de São Vicente de Fora
Vicente de Saragoça ou São Vicente de Fora, nascido em Huesca, Espanha, foi um mártir do início do século IV, que sofreu o martírio em Valência.

O delegado imperial Daciano, durante o império de Diocleciano, moveu uma perseguição aos cristãos na Ibéria. Vicente recusou oferecer sacrifícios aos deuses e sofreu vários tormentos até à morte, em 304. Enquanto diácono, teve a seu cargo, na diocese de Saragoça, a pregação e administração de bens.

Segundo a tradição, aquando da invasão árabe de 711 na Península Ibérica, o seu corpo terá sido trasladado para o atual cabo de São Vicente, no Algarve, para evitar a profanação. As suas relíquias seguiram, em 1173, para Lisboa, por ordem de D. Afonso Henriques, sendo padroeiro do Patriarcado de Lisboa e da diocese do Algarve.

Lendas e Curiosidades
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Igreja de São Vicente de SousaDuas inscrições nas paredes da igreja patenteiam a sua antiguidade, sendo ambas do período românico e de valiosa importância para o conhecimento da história deste edifício.
 
A primeira é comemorativa da Dedicação da Igreja e encontra-se gravada na face externa da parede da nave, à direita do portal lateral norte do templo, indicando o ano de 1214. A cerimónia da Dedicação foi presidida por D. Estêvão Soares da Silva, Arcebispo de Braga entre 1212 e 1228.
  
A segunda, ainda mais antiga, é uma inscrição funerária ou comemorativa da construção de um arcossólio, datada de 1162. Esta inscrição, que culmina com uma cruz, tanto pode ser uma referência ao seu conteúdo funerário, como significar uma sigla de pedreiro. No caso de representar a primeira situação, este será o exemplar registado mais antigo de um arcossólio de função funerária.

Cronologia
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1162 – A cabeceira original já estava construída;

1214 – Dedicação da Igreja pelo arcebispo de Braga, D. Estêvão Soares da Silva;

Sécs. XVII e XVIII – Remodelação e transformação da Igreja e reconstrução da cabeceira;

1980 – Trabalhos de conservação e requalificação realizados pela paróquia com orientação técnica da DGEMN – Direção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais;

1989 – Obras de conservação e requalificação das coberturas, drenagens exteriores e instalação elétrica;

1992 – Obras de beneficiação geral das coberturas, restauro do teto e altares;

1998 – Integração da Igreja de São Vicente de Sousa na Rota do Românico do Vale do Sousa;

2004 – Obras de conservação geral do imóvel ao abrigo do projeto Rota do Românico do Vale do Sousa;

2005 – Conservação geral dos paramentos da torre sineira e da sacristia;

2012-2013 – Conservação geral da Igreja ao nível das coberturas e paredes exteriores, no âmbito da Rota do Românico;

2015 – Valorização da área envolvente, através da requalificação do adro (vedação, mobiliário urbano e selagem/identificação das sepulturas resultantes das escavações arqueológicas), no âmbito da Rota do Românico.

Especialidades
Arquitetura
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Monumento de arquitetura religiosa, edificado segundo a corrente românica e barroca, São Vicente de Sousa é uma Igreja de planta longitudinal, remodelada planimetricamente no século XVIII e decorada interiormente em estilo barroco.

Planta Igreja de São Vicente de Sousa

A Igreja é constituída por nave única e capela-mor retangular, possuindo ainda uma torre sineira, erguida ao modo de um muro, adossada à fachada sul da capela-mor.

Na fachada principal, virada a ocidente, abre-se o portal, inserido em estrutura pétrea pentagonal, e saliente, para que o pórtico possa ser mais profundo.

As fachadas laterais são rematadas superiormente por arquinhos sobre cachorros lisos, onde assenta a cornija. Nos muros abrem-se dois vãos de iluminação, cujo perfil indica a sua abertura na Época Moderna.

Na fachada norte, o portal é constituído por duas arquivoltas e tímpano com a representação de uma cruz circundada por entrelaços, contrastando com o portal da fachada sul, de estrutura simples e tímpano liso.

Nas construções medievais é habitual encontrar os claustros a sul, do lado do Sol, organizando-se os aposentos monásticos em seu redor, nomeadamente a Casa do Capítulo, o refeitório ou o dormitório. Nesta Igreja, de facto, pode apreciar-se que na fachada sul, a meia altura do muro, correu um lacrimal sobre mísulas, elementos que comprovam a existência de um alpendre de uma água ou de um claustro.

Planta Igreja de São Vicente de Sousa

Por oposição, nas fachadas norte erguiam-se alpendres, galilés ou capelas destinadas aos rituais funerários e à tumulação. Por essa razão, nestas fachadas colocam-se, habitualmente, esculturas de motivação apotropaica que afaste tudo o que é negativo.

É nas fachadas a norte que se esculpem animais que aparentam ferocidade, como cães, leões ou serpentes, animais híbridos e fantásticos, como grifos e harpias, ou cruzes rodeadas de entrelaços ou, ainda, estrelas de cinco pontas, nós de salomão e outros signos semelhantes. Nesta Igreja, contudo, pode encontrar-se uma cruz rodeada de entrelaço no tímpano do portal sul.

A torre sineira, no lado sul, poderá corresponder à sua estrutura original medieval, apesar de conter remates com elementos posteriores.

Já no interior pode apreciar-se uma nave com dois retábulos laterais, postos de ângulo, arco triunfal de grande altura a pleno centro e o teto em madeira de perfil curvo, pintado de azul com sanca em marmoreado em cor de terra de siena queimada, com quatro medalhões laterais e um central.

A capela-mor possui retábulo de talha dourada e teto em caixotões policromados. A torre sineira é de planta retangular estreita com dois olhais de arco pleno, ambos com sinos, e rematada por volutas, pináculos e cruz.

Envolvente
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No âmbito do Estudo de Valorização e Salvaguarda das Envolventes aos Monumentos da Rota do Românico do Vale do Sousa, no qual foram definidas as linhas diretrizes e de enquadramento para a elaboração subsequente dos projetos técnicos de execução e respetivas obras para a valorização e salvaguarda das envolventes aos monumentos, enunciaram-se as condicionantes consideradas de maior relevância para preservar e requalificar as envolventes aos imóveis.
  
O objetivo do Estudo passa por preservar o contexto em que estes se encontram inseridos, nomeadamente através da integração das condicionantes em dispositivos legais – como Zonas Especiais de Proteção – que restrinjam intervenções urbanísticas que façam perigar a integridade das envolventes.

Envolvente da Igreja de São Vicente de Sousa

Procedeu-se, também, à definição das áreas de atuação e intervenções de âmbito geral a ter em conta nas envolventes, para alargar o ordenamento do território a uma zona mais vasta no sentido de permitir uma melhor circulação de turistas na região.

Finalmente, o Estudo definiu quais as intervenções prioritárias a realizar nas envolventes aos monumentos, para permitir a estabilização dos territórios e, simultaneamente, corrigir e/ou criar estruturas e infraestruturas de apoio.

A iluminação do monumento não é a mais adequada, devendo ser reformulada, bem como o posicionamento do posto de transformação elétrica implantado a norte deverá ser revisto, dado o seu impacto negativo na envolvente.

Os edifícios de habitação na proximidade do largo da Igreja terão de ser objeto de integração paisagística, bem como os espaços no parque de estacionamento terão de ser reorganizados. Antes da ampliação do cemitério, a área adjacente deverá ser objeto de uma recuperação paisagística.

Recuperação e Valorização
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A intervenção que a Igreja sofreu no ano de 2006 serviu para recuperar e preservar a pintura sobre madeira de castanho, situada na capela-mor, cujo suporte e primeira pintura foram aplicados, em 1693, pelo pintor vimaranense Manuel de Freitas Padrão, um dos fundadores da Irmandade de São Lucas de Guimarães.

 

Recuperação da Igreja de São Vicente de Sousa

O teto da nave, em madeira de castanho de abóbada de berço, foi realizado no século XVIII e policromado, muito provavelmente, na mesma época com uma cor monocromática verde-água. Em meados do século XX foi pintada uma figura central, que representa a Ressurreição de Cristo, ladeado pela representação dos Evangelistas, um por cada canto do teto.

Se a primeira figura foi executada diretamente sobre o suporte, as outras quatro imagens foram produzidas sobre tela e fixas no teto com cola de contacto. Posteriormente, o teto foi coberto com esmalte sintético brilhante de cor verde alface, exceto as figuras mais recentes. As sancas também sofreram uma pintura a imitar mármore.

As pranchas de madeira do teto foram levantadas para acesso ao interior, junto à rosácea da fachada da Igreja. O tardoz foi limpo das sujidades e entulhos acumulados e a sua estrutura de fixação ao teto foi revista e reforçada. Nas zonas de madeira fragilizada e com fraca resistência mecânica foi aplicada uma resina acrílica por pincelagem.

Recuperação da Igreja de São Vicente de Sousa

Para efetuar a imunização curativa e preventiva contra ataque de insetos que se alimentam da madeira, aplicou-se um produto inseticida/fungicida com ação residual por 10 anos.

O fecho da abertura de acesso ao tardoz foi recolocado na sua ordem, tendo este sido, ainda, revisto e reforçado na sua ligação ao teto através da fixação com parafusos de aço inoxidável.

As telas dos quatro Evangelistas foram facilmente removidas com uma espátula, não tendo sido encontradas quaisquer pinturas subjacentes. Depois de uma limpeza dos resquícios de cola, as telas sofreram uma ligeira limpeza química para remoção de sujidades superficiais.

O repinte da pintura de esmalte sintético no teto e na sanca foi removido com decapante, espátulas e raspadores, sem recurso do calor. As argamassas de preenchimento envelhecidas entre juntas das pranchas foram removidas e substituídas por massa elástica composta por fibra de vidro.

Aplicou-se, seguidamente, um primário isolante, já afinado com a cor aproximadamente definitiva através de corantes concentrados líquidos e executou-se a pintura final, numa única demão. Para dar o tom envelhecido ao teto, aplicou-se uma demão de betume judaico.

As telas dos Evangelistas foram recolocadas no mesmo local, fixas a um suporte de contraplacado marítimo de dois milímetros. Estas pinturas, tal como a central, não estavam emolduradas, pelo que se colocou uma moldura em baixo relevo em torno de cada uma.

A sanca e as molduras aplicadas foram pintadas com um fingido de tom terra siena natural, por surgir nas portas do retábulo-mor, na sanca do teto da capela-mor, no tardoz de todas as portas exteriores e no mobiliário da Igreja, ao mesmo tempo que se harmoniza com a pedra de granito presente na Igreja.

Recuperação da Igreja de São Vicente de Sousa

As lacunas de policromia foram colmatadas com técnica de abstração de cor, após a limpeza superficial com solvente. Finalmente, aplicou-se uma camada de proteção com um verniz mate para quadros em todas as pinturas figurativas.

Os retábulos laterais da Igreja foram, também, objeto de uma intervenção de conservação e restauro. Ao longo de 60 dias procedeu-se à limpeza da policromia, à fixação do douramento e tratamento preventivo da estrutura retabular.

Para a limpeza, na qual se empregaram cotonetes saturados, utilizou-se uma mistura de xileno e etanol em partes iguais, com exceção das zonas verde água que se limparam apenas com dicloroetano.

Galeria
  • +Nave da Igreja de Sousa

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  • +Caixotões da Igreja de Sousa

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  • +Cabeceira da Igreja de Sousa

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  • +Imagem de São Gonçalo da Igreja de Sousa

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  • +Retábulo-mor da Igreja de Sousa

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  • +Igreja de São Vicente de Sousa

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  • +Igreja de São Vicente de Sousa

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  • +Retábulo lateral da Igreja de Sousa

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  • +Sacrário barroco da Igreja de Sousa

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  • +Aduelas do portal ocidental da Igreja de Sousa

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  • +Torre sineira e arcossólio da Igreja de Sousa

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  • +Arquivoltas do portal principal da Igreja de Sousa

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  • +Aduelas do portal ocidental da Igreja de Sousa

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  • +Capitéis do portal ocidental da Igreja de Sousa

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  • +Portal Ocidental da Igreja de Sousa

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  • +Ambão da Igreja de Sousa

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  • +Fachada sul da Igreja de Sousa

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  • +Capitel do portal ocidental da Igreja de Sousa

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Bibliografia

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ROSAS, Lúcia (coord.) – Românico do Vale do Sousa. Lousada: Comunidade Urbana do Vale do Sousa, 2008.

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