Informação Geral
Igreja do Salvador de Lufrei  
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  • Nome: Igreja do Salvador de Lufrei
  • Tipologia: Igreja
  • Classificação: Imóvel de Interesse Público, pelo Dec. n.º 516/71, DG, 1.ª série, n.º 274 de 22 novembro de 1971
  • Concelho: Amarante
  • Dia do Orago: Divino Salvador - 6 de agosto 
  • Horário da Visita: Por marcação   
  • Serviços de apoio:
  • Telefone : 255 810 706 / 918 116 488   
  • Fax: 255 810 709   
  • E-Mail: rotadoromanico@valsousa.pt  
  • Web: www.rotadoromanico.com   
  • Localização:
    Rua da Igreja, freguesia de Lufrei, concelho de Amarante, distrito do Porto.
  • Como Chegar:

    Se vem do Norte de Portugal através da A28 (Porto), da A3 (Porto), da A24 (Chaves/Viseu), da A7 (Póvoa de Varzim) ou da A11 (Esposende/Marco de Canaveses) siga na direção da A4 (Bragança/Matosinhos). Saia no nó de Amarante Este da A4. Siga a sinalização da Rota do Românico na direção de Amarante e depois na de Mesão Frio até encontrar a Igreja de Lufrei.

     

    A partir do Porto opte pela A4 (Vila Real). Saia em Amarante Este e siga a sinalização da Rota do Românico no sentido de Amarante / Mesão Frio.

     

    Se vem do Centro ou Sul de Portugal pela A1 (Porto) ou pela A29 (V.N. Gaia) opte pela A41 CREP (Vila Real). Escolha depois a A4 (Vila Real) e saia em Amarante Este. Siga a sinalização da Rota do Românico no sentido de Amarante / Mesão Frio.  

     

    Se já se encontra na cidade de Amarante, tome a estrada N15 na direção de Mesão Frio / Régua até encontrar a sinalização da Igreja de Lufrei.

  • Coordenadas Geográficas: 41° 16' 25.04" N / 8° 3' 15.84" O 
História
História
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Igreja de Lufrei (Fotografia: © SIPA – IHRU)A Igreja do Salvador de Lufrei localiza-se num vale fértil, junto à confluência de dois pequenos cursos de água, contrapondo-se assim à implantação de um número considerável de igrejas paroquiais edificadas em outeiros ou cumes mais ou menos elevados.

A sua origem monástica poderá explicar esta localização, tomada como ideal por Cluny e pelos beneditinos e definitivamente adotada por Cister como local-modelo para a implantação das suas casas.

Atribui-se a Lufrei o estatuto de mosteiro destinado a albergar monjas beneditinas (talvez fundado pela família de Gonçalo João da Pedreira) que, como tantos outros casos na região, nomeadamente Gondar) resultou em abandono no século XV, convertendo o seu estatuto monástico em igreja paroquial em 1455.

A tradição atribui a D. Mem de Gundar, da linhagem dos Gondar, a fundação dos três cenóbios de monjas beneditinas da região: Gondar, Lufrei e Gestaçô.

Estas infraestruturas comprovam a influência que as famílias nobres tiveram na fundação de casas religiosas, bem como testemunham a importância e subsequente criação de comunidades beneditinas femininas a partir do século XII.

Eclesiasticamente a paróquia de Lufrei integrou inicialmente o termo da arquidiocese de Braga, tendo transitado para a do Porto em 1882. No século XX, passa a incluir a Comarca eclesiástica de Sobretâmega e a vigararia de Amarante.

Até 2001, a Igreja de Lufrei exerceu a função de paroquial junto da comunidade. No entanto, com a construção de uma nova igreja e devido ao mau estado de conservação, a sua função de culto foi-se perdendo ao longo do tempo.

Desde março de 2010 que este elemento patrimonial românico integra o itinerário turístico cultural da Rota do Românico.  
Personalidades Históricas
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D. Fernando da Guerra
Nasceu em Santarém em 1387 e faleceu em Braga a 26 de setembro de 1467. Era filho de D. Pedro da Guerra e neto de D. Pedro I, o Cruel (1320-1367), e de D. Inês de Castro (1320/25-1355), em virtude de o seu pai ser filho natural (ou bastardo) do infante D. João (1349-1387).

Estudou em Bolonha e em Pádua. Foi nomeado bispo de Silves a 7 de julho de 1408, transitando de seguida para a diocese do Porto, na qual já se encontrava desde 1414 e onde permaneceu até 1416. A 11 de junho de 1416 foi nomeado governador temporal da arquidiocese de Braga, ascendendo a arcebispo através da bula Romani Pontificis de 17 de dezembro de 1417, do papa Martinho V (1368-1431).

Infatigável prelado que, para além de governar eclesiasticamente o arcebispado bracarense durante meio século (desde 1417 até à sua morte), colaborou politicamente, durante duas décadas (1441-1461), com o infante D. Pedro (1392-1449) e com D. Afonso V (1432-1481), que eram seus primos. Para esta colaboração intensa com os infantes devemos mencionar a relação de parentesco de D. Fernando da Guerra, visto ser sobrinho de D. João I (1357-1433).

Nas primeiras décadas do seu arcebispado (até 1441) dedicou-se, sobretudo, à implementação de reformas na sua diocese, na gestão institucional e económica e na realização de visitas pastorais ou governativas.

Nas visitas efetuadas esteve por diversas vezes em institutos religiosos da região do Tâmega e Sousa. Por exemplo, visitou pelo menos quatro vezes o Mosteiro de Pombeiro (nos anos de 1426, 1429, 1430 e 1432); duas vezes o Mosteiro de Travanca (em julho de 1425 e a 3 de dezembro de 1430); a 11 de julho de 1432 encontra-se na Igreja de Ribas; e esteve pelo menos 12 vezes no Mosteiro de Mancelos (em 1432, 1433, 1436, 1437, 1439, 1442, 1459, 1460 e 1462), onde D. Fernando era comendador deste instituto e foi aqui que lidou com a questão da regência na sequência do falecimento de D. Duarte (r. 1433-1438).

No processo reformista do seu arquiepiscopado, em 1455, D. Fernando da Guerra, querendo dar expressão a uma reabilitação dos espaços e moralização das igrejas e mosteiros decadentes, extinguiu os templos monásticos de Lufrei e de Gondar e entregou-os ao secular.

De mencionar ainda, e segundo José Marques, que possivelmente teve a responsabilidade da diocese da Guarda, entre os anos de 1427 a 1429, em virtude de o seu irmão, D. Luís da Guerra, e bispo da Guarda, se encontrar por estes anos em Roma.

Nos vinte anos seguintes dedicou-se mais a questões políticas nacionais, ausentando-se constantemente de Braga com intuito de ajudar o regente infante D. Pedro e depois D. Afonso V. A nível político devemos destacar a sua atuação nas cortes de Leiria de 1438 quando se discutia a entrega de Ceuta, com o objetivo de libertar o infante D. Fernando do cativeiro: foi da opinião de não se deveria entregar a praça sem o consentimento papal.

Após vinte anos de intensa atividade politica, em que muitas vezes a arquidiocese de Braga foi deixada em segundo plano, por volta de 1461 torna a dedicar-se exclusivamente à gestão da sua arquidiocese, mas num ritmo mais lento, dadas as poucas forças físicas que então possuía.

Contudo, o seu trabalho foi reconhecido. Como elogia D. Rodrigo da Cunha:
“Ouve sempre na Igreja do Porto prelados taõ insignes nas obras como illustres no sãgue, os quaes a honraraõ cõ a nobreza delle, & a illustraraõ com os merecimentos de sua virtude. Em todas foi conhecida , & estimada a sãtidade do Bispo D. Fernando (…)”.



Mem de Gundar
Identificado na documentação medieval como cavaleiro e rico-homem, terá vindo para o condado portucalense com o conde D. Henrique, ao serviço da rainha D. Teresa.

Foi senhor de Gondar e de São Salvador de Lafões. Identificado como alcaide-mor de Celorico de Basto e fundador do Mosteiro de Santa Maria de Gondar, em Amarante.

A tradição atribui-lhe, também, a fundação de mais dois cenóbios de monjas beneditinas, em Lufrei e Gestaçô. Foi sepultado em Telões.
Cronologia
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1258 - As testemunhas da Inquirição indicam familiares de Gonçalo João da Pedreira como fundadores (e padroeiros) do Mosteiro de Lufrei;

1455 - A igreja monástica é reduzida a secular pelo arcebispo D. Fernando da Guerra;

1726 - Francisco Craesbeeck descreve a Igreja com o seu "retabulo a antigua", tal qual o conhecemos hoje;

1882 - A paróquia de Lufrei transita da arquidiocese de Braga para a diocese do Porto;

1971 - Classificação da Igreja de Lufrei como Imóvel de Interesse Público;

2001 - Abandono da Igreja de Lufrei, cujo culto foi transferido para um novo templo;

2010 - A Igreja do Salvador de Lufrei integra a Rota do Românico;

2013 - Conservação geral das coberturas e restauro dos retábulos e pinturas murais da Igreja, no âmbito da Rota do Românico;

2014-2015 - Conservação geral da Igreja de Lufrei ao nível dos paramentos exteriores, portas de acesso e vãos de iluminação e ventilação, no âmbito da Rota do Românico.

Especialidades
Arquitetura
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De modestas dimensões, a Igreja de Lufrei é, na sua essência, um excelente testemunho do designado românico de resistência ou gótico rural, demonstrando claramente como a construção “à maneira românica” foi tão apreciada no contexto da arquitetura da região dos vales do Sousa, do Tâmega e do Douro.

Por tais motivos, esta construção de caráter simplificado, isenta de detalhes decorativos, deve ser entendida em função da sua cronologia tardia, da sua implantação e do seu contexto social.
O caso de Lufrei é um bom testemunho de como as formas românicas persistiram no tempo, indo mesmo além da sua própria cronologia, assumindo contornos vernaculares.

Formalmente é um templo organizado por planta longitudinal, composta por nave única e capela-mor mais baixa e estreita que a nave. Lateralmente é adossada a sacristia, organizada em planta retangular e construída posteriormente.

Plantas da Igreja de LufreiApesar da homogeneidade que se confirma ao nível da altura das fiadas de silhares, o aparelho que dá corpo ao templo prima pela irregularidade.

Isenta de detalhes decorativos esculpidos, a Igreja de Lufrei é apenas iluminada por estreitas frestas de gosto românico, sendo estas rasgadas em pontos-chave do edifício, como são os casos das frestas abertas sobre o portal principal, sobre o arco cruzeiro e mais duas distribuídas por cada alçado da nave.

Os cachorros, pelas suas características formais (lisos e de forma retangular), são testemunhos do caráter tardio da construção. Também o arranjo dos portais, que se inscrevem na espessura dos muros, sem colunas ou tímpano, reforçam a inserção deste monumento numa cronologia avançada dentro do românico português. A empena da fachada principal é interrompida por uma dupla sineira, erguida ao modo românico.

Fachadas da Igreja de LufreiAinda nos alçados exteriores podemos observar a presença de mísulas que atestam a existência de alpendres anexos à Igreja, estruturas estas bastante comuns na construção dos edifícios religiosos românicos.

No entanto, é na composição dos portais que se evidencia claramente o caráter tardio da fábrica desta Igreja. O principal, além de não albergar tímpano, é rasgado diretamente na espessura do próprio paramento, sendo composto por duas arquivoltas quebradas que assentam sobre os pés-direitos, nobilitados com uma imposta.

O portal lateral norte é formado por um só arco, ligeiramente quebrado, inscrito na espessura do muro sem qualquer elemento que o nobilite.

No adro evolvente é possível observar três túmulos, com respetivas tampas e uma taça de uma pia batismal românica.

No interior, devemos destacar o espírito românico transmitido pela iluminação ténue que esta recebe, bem como pela dimensão do vão do arco triunfal, que imprime um aspeto intimista ao espaço da capela-mor.

O seu interior encontra-se, todo ele, rebocado a branco. Existem, contudo, janelas abertas mecanicamente aquando da realização de sondagens, pois sob a caiação existente é possível identificar a presença de camadas de pintura mural ao nível dos alçados da capela-mor.

Este primeiro levantamento efetuado confirmou a presença de pintura mural na capela-mor e na nave. Na primeira, os fragmentos mais significativos localizam-se atrás do retábulo-mor, no qual o seu conjunto deveria apresentar um painel central figurativo, parcialmente destruído pela colocação do retábulo, envolto por decoração de enrolamentos vegetalistas a vermelho sobre uniforme fundo amarelo.

Na nave, foi na parede testeira e nas áreas imediatamente contíguas que as sondagens revelaram pintura mural a fresco. Ou seja, estamos perante duas campanhas distintas: a primeira foi detetada na parede do arco triunfal e usa barras estampilhadas para envolver uma representação que se julga ser um Calvário, enquanto a segunda campanha ocupa a mesma zona com a mesma representação e continua pelas paredes contíguas, pelo menos na parede à esquerda, com o que poderá ser um retábulo fingido rematado por colunas marmoreadas encimadas por enrolamentos e pináculos.

Como se pode desde já perceber, o tratamento da pintura mural de Lufrei afigura-se bastante pertinente. Através da remoção das camadas de cal ficará à vista um conjunto de pinturas inéditas e que se afiguram de grande qualidade plástica.

Além disso, sendo que as sondagens realizadas nas paredes laterais da nave também revelaram a existência de pintura, estamos pois diante de um conjunto de dimensões consideráveis.

Ainda no interior, devemos realçar as mudanças que o espírito da Época Moderna impôs ao edifício. Prova disso é a presença dos três retábulos que ainda subsistem, bem como as alterações realizadas na própria estrutura até ao seu abandono no século XX.

O retábulo-mor, embora alterado, evidencia o gosto pela talha barroca, sobressaindo-se no conjunto duas pinturas de corpo inteiro, uma do lado do Evangelho, representando São Pedro, outra, do lado da Epístola, representado São Paulo.

Na nave ainda podemos observar dois retábulos colaterais de estilo maneirista. O retábulo da parede norte dedicado ao Sagrado Coração de Jesus e o retábulo oposto dedicado até ao século XVIII, a São Sebastião.

Das memórias mais recentes desta Igreja sabemos que, em 1864, Lufrei ainda se encontrava em bom estado de conservação. Entretanto, em 1967, o pároco local, António da Silva Ribeiro Peixoto, dirigiu-se ao responsável máximo da Direção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN) no sentido de solicitar o apoio daquela instituição para obter algum espaço interno a ocupar pelos fiéis.

Sugeria o pároco que se libertasse a Igreja de acrescentos muito alheios ao estilo. Tal facto era então justificado pelo aumento considerável da população.

No ano seguinte, os técnicos da DGEMN foram a Lufrei e tomaram conhecimento de que o pároco pretendia efetuar obras de ampliação na Igreja, construindo dois corpos laterais ligados à atual capela-mor, pensando recuar esta para além da sua parede testeira.

Para salvaguardar este testemunho de acentuado interesse arqueológico, considerou-se ser pertinente propor a sua classificação como imóvel de interesse público, o que permitiria evitar a sua inutilização com a execução de possíveis planos de obras. Em novembro de 1971 a Igreja do Salvador de Lufrei foi classificada como Imóvel de Interesse Público.

Tendo em conta a nova condição da igreja paroquial, enquanto monumento classificado, em 1972 o pároco de Lufrei solicitou à DGEMN o apoio técnico necessário para executar o estudo e assistir às obras a realizar com intuito de prover a sua conservação.
Recuperação e Valorização
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No âmbito da integração na Rota do Românico, a Igreja de Lufrei foi, entre 2013 e 2015, de uma ampla campanha de conservação e salvaguarda, designadamente ao nível das coberturas, paramentos exteriores, portas de acesso e vãos de iluminação e ventilação, bem como de restauro dos retábulos e pinturas murais.

Galeria
  • +Igreja de Lufrei. Altar colateral.

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  • +Igreja de Lufrei. Parede fundeira da capela-mor (atrás do retábulo-mor). Pintura mural.

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  • +Igreja de Lufrei. Capela-mor. Pintura mural.

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  • +Igreja de Lufrei. Parede fundeira da capela-mor (atrás do retábulo-mor). Pintura mural.

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  • +Igreja de Lufrei. Capela-mor.

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  • +Igreja de Lufrei. Topo da parede do arco triunfal. Pintura mural. Calvário.

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  • +Igreja do Salvador de Lufrei (1968) (Fotografia: © SIPA – IHRU)

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  • +Igreja do Salvador de Lufrei (1968) (Fotografia: © SIPA – IHRU)

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  • +Igreja de Lufrei. Capela-mor.

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  • +Igreja de Lufrei. Detalhe do altar colateral.

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  • +Igreja de Lufrei. Retábulos colaterais.

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  • +Igreja de Lufrei. Fachada lateral sul. Retábulo colateral.

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  • +Igreja de Lufrei. Túmulo.

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  • +Igreja de Lufrei. Vista geral.

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  • +Igreja de Lufrei. Fachada oriental.

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  • +Igreja de Lufrei. Fachada lateral norte.

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  • +Igreja de Lufrei. Túmulo.

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  • +Igreja de Lufrei. Fachada lateral sul.

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  • +Igreja de Lufrei. Fachada lateral norte. Retábulo "fingido".

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  • +Igreja de Lufrei. Altar colateral.

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  • +Igreja de Lufrei. Fachada lateral norte. Retábulo colateral.

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  • +Igreja de Lufrei. Fachada ocidental. Portal

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  • +Igreja de Lufrei. Túmulo.

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Saber mais
Bibliografia

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DECRETO n.º 516/71. DG n.º 274, (71-11-22).

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