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Mosteiro do Salvador de Freixo de Baixo 
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  • Nome: Mosteiro do Salvador de Freixo de Baixo
  • Tipologia: Mosteiro
  • Classificação: Monumento Nacional, pelo Dec. n.º 25 513, DG, 1.ª série, n.º 138 de 18 junho de 1935 / ZEP, Portaria, DG, 2.ª série, n.º 65 de 18 março de 1971
  • Concelho: Amarante
  • Dia do Orago: Divino Salvador - 6 de agosto 
  • Horário do Culto: Domingo - 9h30; Quarta-feira - 19h 
  • Horário da Visita: Por marcação   
  • Serviços de apoio:
  • Telefone : 255 810 706 / 918 116 488   
  • Fax: 255 810 709   
  • E-Mail: rotadoromanico@valsousa.pt   
  • Web: www.rotadoromanico.com   
  • Localização:
    Rua do Mosteiro, União das Freguesias de Freixo de Cima e de Baixo, concelho de Amarante, distrito do Porto.
  • Como Chegar:

    Se vem do Norte de Portugal através da A28 (Porto), da A3 (Porto), da A24 (Chaves/Viseu), da A7 (Póvoa de Varzim) ou da A11 (Esposende/Marco de Canaveses) siga na direção da A4 (Bragança/Matosinhos). Saia no nó de Amarante Oeste da A4. Siga na direção de Celorico de Basto até se deparar com a sinalização do Mosteiro de Freixo de Baixo, na 3ª rotunda após a saída da A4.

     

    A partir do Porto opte pela A4 (Vila Real). Saia em Amarante Oeste. Siga na direção de Celorico de Basto até se deparar com a sinalização do Mosteiro de Freixo de Baixo, na 3ª rotunda após a saída da A4.

     

    Se vem do Centro ou Sul de Portugal pela A1 (Porto) ou pela A29 (V.N. Gaia) opte pela A41 CREP (Vila Real). Escolha depois a A4 (Vila Real). Saia em Amarante Oeste e siga na direção de Celorico de Basto até se deparar com a sinalização do Mosteiro de Freixo de Baixo, na 3ª rotunda após a saída da A4.

     

    Se já se encontra na cidade de Amarante, tome a estrada N15 na direção de Felgueiras. Siga a sinalização do Mosteiro de Freixo de Baixo.

  • Coordenadas Geográficas: 41° 17' 57.01" N / 8° 7' 20.18" O 
História
História
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Mosteiro de Freixo de Baixo (Fotografia: © SIPA – IHRU)A origem do Mosteiro de Freixo de Baixo é anterior a 1120 e enreda-se nos habituais patrocínios familiares, como assinala o autor da Corografia Portuguesa em 1706: "fundado pelos annos de 1110 por Dona Gotinha Godins, mulher de Dom Egas Hermigis o Bravo, sogros de Dom Egas Gozendes, que viveo em tempo delrey Dom Afonso o Sexto".

Menos certeza demonstram os cronistas dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, nomeadamente o padre D. Nicolau de Santa Maria (?-1675) quando, para explicar a origem dos Mosteiros de Mancelos e de Freixo de Baixo cita apenas a bula de Calisto II (p. 1119-1124) e acrescenta que "não temos mais notícias".

Implantado num vale onde se demarcavam os concelhos de Santa Cruz de Ribatâmega e de Basto e por onde, ainda no século XVIII, circulava uma grande parte do trânsito entre o Minho e Trás-os-Montes, Freixo de Baixo foi, em 1540, anexado (juntamente com o seu curato de São Miguel de Freixo) ao convento dominicano de Amarante.

Embora profundamente alterado durante a Época Moderna e alvo de uma significativa intervenção de restauro realizada entre 1941 e 1958 que procurou devolver a Freixo de Baixo aquilo que se considerava ser o seu "estilo primitivo", o conjunto monástico remanescente é ainda hoje extremamente significativo no quadro do românico do vale do Tâmega.

A persistência dos alicerces da primitiva galilé e de vestígios do primitivo claustro, juntamente com uma possante torre sineira, dão a este conjunto uma monumentalidade e uma legibilidade pouco comuns no panorama da arquitetura românica portuguesa.

No seu interior impera a sobriedade, com paramentos lisos e despojados, sobressaindo o granito em toda a sua exuberância. A linguagem classicizante do arco triunfal denuncia desde logo a intervenção que na Época Moderna renovou a capela-mor e parte da nave.

Digna de destaque é a pintura a fresco que, embora hoje esteja colocada sobre suporte móvel, se pode apreciar na parede norte da nave. Trata-se de uma cena da Epifania do Senhor (Mateus, 2: 1-12), atribuída à oficina liderada pelo Mestre de 1510 responsável, também, por pinturas em São Mamede de Vila Verde (Felgueiras) e em São Nicolau de Canaveses (Marco de Canaveses).

Ainda que, ao longo do século XVIII, tenha havido uma série de intervenções efetuadas na Igreja com vista à sua conservação e atualização estética, delas apenas resta hoje parte do retábulo-mor, em talha do estilo barroco nacional, com que se casaram um trono, predela e frontal de altar mais recentes.
Personalidades Históricas
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D. Afonso
Pouco se sabe da vida deste homem que terá sido prior do Mosteiro de Freixo de Baixo e, conforme se pode constatar na inscrição que consta num silhar embutido na parede da nave virada a sul, terá morrido em 1379.



D. Egas Hermigues
Egas Hermiges terá nascido por volta do ano de 1010 e falecido em finais dessa centúria, em 1095.

Este nobre foi casado com Gontinha Godins, fundadora, segundo a tradição, do Mosteiro dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, em Freixo de Baixo, Amarante.

Filho de D. Ermigo Aboaza (990 —?) e de D. Dordia Osóres (968 —?), senhora do Mosteiro de Arouca. Bisneto por varonia de D. Ramiro II de Leão, destacou-se pelos seus feitos militares, ficando conhecido para a posteridade como o Bravo.

Governou o território de Anégia entre os anos de 1037 e 1095.

Do seu casamento com D. Gontinha Godins nasceu D. Paio Viegas, o qual construiu a Quinta de Matos, no concelho de Argos, comarca de Lamego, onde viveu e morreu.



Gontinha Godins
Esta senhora, também chamada de Gontinha Eiriz, terá nascido no ano de 1035, sendo filha de Ero Mendes de Lugo e de D. Ourana Soares.

Segundo a tradição, deve-se a ela a fundação do Mosteiro de Freixo de Baixo, no ano 1110, numa altura em que já se encontrava viúva de D. Egas Hermigues.

Foi devido ao seu casamento com este homem que herdou, da sogra, o título de Senhora do Mosteiro de Arouca. Morreu na Maia em data desconhecida.
Cronologia
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Antes de 1120 - Fundação do Mosteiro de Freixo de Baixo;

1379 - Data inscrita na epígrafe funerária do prior D. Afonso;

1540 - O Mosteiro de Freixo de Baixo é anexado ao Convento de São Gonçalo de Amarante;

1758 - Existiam três altares na Igreja de Freixo de Baixo, o altar-mor e dois colaterais;

1864 - O Mosteiro de Freixo de Baixo encontrava-se em bom estado de conservação;

1935 - A Igreja de Freixo de Baixo é classificada como Monumento Nacional;

1941 - Início das obras de restauro;

1958 - Editado o Boletim n.º 92 da DGEMN relativo à intervenção de Freixo de Baixo;

1971 - Definição da Zona Especial de Proteção da Igreja de Freixo de Baixo;

2010 - Integração do Mosteiro do Salvador de Freixo de Baixo na Rota do Românico;

2015 - Trabalhos de conservação e restauro do retábulo-mor e da pintura mural, no âmbito da Rota do Românico.

Especialidades
Arquitetura
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De imponente de proporções, formada por fiadas de silhares de granito, todas à mesma altura, a torre sineira é composta por três vãos de acesso.

Sobre o portal (simples e de volta perfeita) voltado ao átrio da primitiva galilé, a existência de modilhões, lacrimal e cicatrizes quadrangulares atestam ter havido aqui uma estrutura alpendrada.

Planta do Mosteiro de Freixo de Baixo (Fotografia: © SIPA – IHRU)Por seu turno, o portal que se abre para o lado sul da Igreja, ou seja, para o espaço onde em tempos existiu o claustro, dois silhares esculpidos denunciam um reaproveitamento: com desenvolvimento horizontal, um silhar que termina na parte inferior com um denticulado e, sobre este, uma mísula (?) reaproveitada, ornada com um motivo floral estilizado.

No nível superior, em todos os lados da torre, rasga-se um par de arcos de volta perfeita que, animando as fachadas, não só abrigam os sinos, como também assumem funções associadas à iluminação e arejamento do espaço interno. No prolongamento das impostas destes arcos desenvolve-se um friso em toda a volta da torre.

Da antiga galilé apenas restam os alicerces do lado sul, embora a sua memória ainda hoje permaneça no desenho do pequeno muro que delimita o atual adro da igreja. É, pois, a fachada ocidental o elemento mais bem conservado do primitivo templo românico.

Fachada principal do Mosteiro de Freixo de Baixo (Fotografia: © SIPA – IHRU)

Rematada em empena angular, coroada por pequena e simples cruz terminal em granito, esta fachada, além de ser reforçada por dois cunhais, é animada por um potente portal românico, encimado por uma estreita fresta. Este é formado por três arquivoltas de volta perfeita, de arestas levemente chanfradas e animadas por toros diédricos. Ao modo de arco envolvente, um friso formado por círculos encadeados repete o mesmo motivo esculpido nas impostas em ambos os lados do portal.

Embora denunciem o desgaste provocado pela exposição à meteorologia, os capitéis são finamente esculpidos, ostentando animais afrontados que emergem do relevo, motivos fitomórficos e vegetalistas presos ao cesto, assim como encanastrados.

Ao nível dos alçados laterais impera a simplicidade. No lado norte, apenas um contraforte, que só chega a meia altura do alçado, criando um corte vertical a meio da fachada. Sem lacrimal nem cachorrada, rasgam-se apenas duas estreitas frestas para iluminação do interior.

Fachada norte do Mosteiro de Freixo de Baixo (Fotografia: © SIPA – IHRU)Também a capela-mor apresenta, neste lado, um alçado completamente destituído de qualquer elemento que a possa animar, detetando-se algumas cicatrizes ao nível dos paramentos, fruto da intervenção de que foi alvo durante as intervenções de restauro do século XX.

Na fachada posterior, além do escalonamento dos volumes, sobressaem as cruzes terminais das empenas da nave e da capela-mor, assim como a janela quadrangular que ilumina o interior da sacristia, a que se acede por portal voltado a sul.

Fachada oriental do Mosteiro de Freixo de Baixo (Fotografia: © SIPA – IHRU)

Neste mesmo lado, na nave, temos vestígios daquilo que em tempos foi um lacrimal de sustentação de uma estrutura alpendrada, junto do cunhal da fachada ocidental, colocado à mesma altura do lacrimal da torre. Um simples portal formado por arco de volta perfeita permite a entrada ao interior da nave, a que se acede a partir de um conjunto de quatro degraus. Duas frestas estreitas, idênticas às do lado norte, iluminam a mesma, enquanto na capela-mor se rasga um grande janelão retangular.

É neste alçado sul, num silhar embutido na parede da nave, na terceira fiada acima da sapata, à direita do portal lateral, que encontramos uma inscrição funerária do prior D. Afonso, datada de 1379 (Era 1417), que, apesar do seu mau estado de conservação, ainda consegue ser lida.

Este silhar encontra-se na área onde existiria o claustro deste Mosteiro durante a Idade Média, pelo que o prior teria sido aí enterrado, como era recomendado.

Fachada sul do Mosteiro de Freixo de Baixo (Fotografia: © SIPA – IHRU)No interior, impera a sobriedade. Nos paramentos lisos e despojados, sobressai o granito em toda a sua pujança. De feição românica, a pia batismal, em granito, lisa, com guarda de madeira, encontra-se à entrada da Igreja, no lado do Evangelho.

O arco triunfal, de volta perfeita, mostra uma linguagem classicizante ao nível das impostas, denunciando uma intervenção posterior à Época Românica. Tanto a cobertura, como o pavimento da nave e da capela-mor são em madeira.
Recuperação e Valorização
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Em 1935 o Mosteiro de Freixo de Baixo foi classificado como Monumento Nacional através de um processo de classificação que teve início dois anos antes.

No ano seguinte à sua classificação, o estado de conservação do monumento era considerado como “mau” pelos serviços especializados, pelo que se julgava necessário suspender, a curto prazo, o culto neste imóvel. Por exemplo, chovia no altar-mor e no sacrário.

Recuperação e valorização do Mosteiro de Freixo de Baixo (Fotografia: © SIPA – IHRU)Apesar de necessitar de urgentes reparações, só na década de 1940 é que se procedeu a uma profunda intervenção de restauro. Estas obras estão bem documentadas no Boletim da DGMEN onde o autor desse periódico assume que as obras de restauro tiveram se ser bastante profundas: para além da preparação do terreno onde assenta o templo - que incluiu a realização de terraplanagens e de drenagem - atacou-se propriamente a reparação do edifício.

Dentre os trabalhos efetuados devemos enunciar os seguintes: apeamento e reconstrução da empena do arco triunfal e de parte da fachada norte, elevação das paredes da torre sineira, demolição da velha sacristia e sua reconstrução, picagem de rebocos, demolição do coro e dos barracões que estavam encostados à Torre, reconstrução das armações dos telhados da Igreja e torre e sua cobertura com telha nacional dupla, lajeamento com cantaria de granito do pavimento da Igreja, adro e rés-do-chão da torre, arranjo do púlpito e do altar-mor, incluindo a substituição dos elementos em mau estado, colocação de vitrais armados em chumbo sobre aros de latão e, por fim, reparação de grades em ferro.

Como se pode depreender pelo exposto, a intervenção realizada foi bastante profunda e transformadora da legibilidade do edifício procurando restituir-lhe, ou melhor, tentando acentuar-lhe o seu estado primitivo, ou seja, o seu caráter de monumento de origem medieval.

Recuperação e valorização do Mosteiro de Freixo de Baixo (Fotografia: © SIPA – IHRU)Em 1971 foi criada uma Zona Especial de Proteção, no sentido de ampliar a já existente, desde 1935. Ainda no âmbito da intervenção centrada na década de 50, foi rebaixado o caminho que, do lado norte, permitia o acesso à Igreja. Tal opção deveu-se ao facto deste” caminho (que) se encontrava junto da Igreja com um nível bastante superior ao pavimento interior, o que provocava, como é natural, grande infiltração das águas pluviais, com todos os inconvenientes”.

Recorde-se, por fim, que foi no âmbito desta intervenção que foi destacada a pintura a fresco alusiva à cena da Epifania e que se encontrava colocada “aproximadamente no mesmo sítio de onde foi arrancada”. No entanto, para o ano de 1965, existem notícias que nos informam que “parte da película cromática se encontra solta tendo até já caído um pequeno fragmento”. Cinco anos mais tarde, foi deliberada a sua remoção temporária para o Instituto José de Figueiredo para ser sujeita a uma intervenção de conservação.

Em 2015, no âmbito da integração do Mosteiro na Rota do Românico, foram realizados trabalhos de conservação e restauro do retábulo-mor e da pintura mural.
Galeria
  • +Mosteiro de Freixo de Baixo. Nave. Detalhe da Pintura mural.

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  • +Mosteiro de Freixo de Baixo. Nave. Pia batismal.

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  • +Mosteiro de Freixo de Baixo. Arco triunfal.

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  • +Mosteiro de Freixo de Baixo. Nave. Pintura mural.

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  • +Mosteiro de Freixo de Baixo. Capela-mor. Retábulo-mor.

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  • +Mosteiro do Salvador de Freixo de Baixo (1958) (Fotografia: © SIPA – IHRU)

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  • +Mosteiro do Salvador de Freixo de Baixo [s.d] (Fotografia: © SIPA – IHRU)

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  • +Mosteiro de Freixo de Baixo. Capela-mor. Retábulo-mor.

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  • +Mosteiro de Freixo de Baixo. Nave.

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  • +Mosteiro de Freixo de Baixo. Fachada ocidental. Detalhe do portal ocidental.

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  • +Mosteiro de Freixo de Baixo. Fachadas norte e ocidental.

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  • +Mosteiro de Freixo de Baixo. Fachada sul. Inscrição.

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  • +Mosteiro de Freixo de Baixo. Torre sineira.

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  • +Mosteiro de Freixo de Baixo. Fachada ocidental. Detalhe do portal ocidental.

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  • +Mosteiro de Freixo de Baixo. Fachada sul.

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  • +Mosteiro de Freixo de Baixo. Nave.

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  • +Mosteiro de Freixo de Baixo. Fachada sul. Túmulo.

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  • +Mosteiro de Freixo de Baixo. Fachada sul.

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Bibliografia

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