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Mosteiro do Salvador de Travanca  
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  • Nome: Mosteiro do Salvador de Travanca
  • Tipologia: Mosteiro
  • Classificação: Monumento Nacional, pelo Dec. N.º 2 199, DG n.º 16 de 27 janeiro de 1916
  • Concelho: Amarante
  • Dia do Orago: Divino Salvador - 6 de agosto 
  • Horário do Culto: Sábado - 19h00; domingo - 08h15 
  • Horário da Visita: Por marcação   
  • Serviços de apoio:
  • Telefone : 255 810 706 / 918 116 488   
  • Fax: 255 810 709   
  • E-Mail: rotadoromanico@valsousa.pt    
  • Web: www.rotadoromanico.com   
  • Localização:
    Rua do Mosteiro, freguesia de Travanca, concelho de Amarante, distrito do Porto.
  • Como Chegar:

    Se vem do Norte de Portugal através da A28 (Porto), da A3 (Porto) ou da A24 (Chaves/Viseu), siga na direção da A4 (Bragança/Matosinhos). Saia para Felgueiras (A11) e depois para Lixa / Caíde. Siga a sinalização do Mosteiro de Travanca.

     

    Se vem pela A7 (P. Varzim/V.P. Aguiar) ou pela A11 (Marco de Canaveses), saia no nó de Lixa / Caíde da A11.

     

    A partir do Porto opte pela A4 (Vila Real) e saia para Felgueiras (A11). Saia em Lixa / Caíde.

     

    Se vem do Centro ou Sul de Portugal pela A1 (Porto) ou pela A29 (V.N. Gaia) opte pela A41 CREP (Vila Real). Escolha depois a A4 (Vila Real) e saia para Felgueiras (A11). Saia em Lixa / Caíde.

     

    Se já se encontra na cidade de Amarante, tome a estrada N15 na direção de Felgueiras. Rume a Vila Meã.

  • Coordenadas Geográficas: 41° 16' 40.43" N / 8° 11' 35.21" O 
História
História
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Mosteiro de Travanca (Fotografia: © SIPA – IHRU)A tradição atribui a fundação do Mosteiro do Salvador de Travanca a Garcia Moniz, filho de Moninho Viegas, o Gasco, na segunda metade do século XI.

Ao longo da Idade Média, Travanca mostrará uma influência relevante no controlo económico, político e religioso da região, fosse por doações ou pela zelosa administração dos seus bens.

O instituto integrava então a Terra de Sousa, tendo permanecido no concelho de Ribatâmega, apesar de ter sido coutado por Dona Teresa em 1120.

No século XIV destaca-se por ter contribuído com a elevada soma de 1800 libras para o imposto extraordinário a favor das Cruzadas.

Este Mosteiro esteve sob a gestão de abades trienais beneditinos até finais do século XV ficando, a partir de então, sujeito aos abades comendatários cujas comendas terminaram no ano de 1565.

Destes abades conhece-se o nome de pelo menos sete, todos titulares ou filhos de titulares da nobreza maior do reino como D. João de Castro, D. João de Faria (e seu filho, Afonso), D. Gonçalo Pinheiro (bispo de Tânger) e D. Fulgêncio, filho do duque de Bragança D. Jaime.

Após este período, o Mosteiro volta à gestão de abades nomeados trienalmente pela comunidade, coincidindo com intensas atividades construtivas e reconstrutivas até à sua extinção em 1834.

Após esta data, o Mosteiro cai na escuridão do esquecimento, voltando a viver para a comunidade nos inícios do século XX, através das obras de restauro da Direção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais e a instalação de uma dependência hospitalar nos seus espaços. Já nos inícios do século XXI adquiriu novas funções, desta vez, para educar "os homens e mulheres d’amanhã".

Apesar das dependências monacais remontarem ao século XI, a sua Igreja é do século XIII, notabilizando-se no contexto do património românico português pelas excêntricas dimensões e pela importância da sua ornamentação escultórica dos capitéis.

De aludir, também, à extraordinária torre que ladeia a Igreja. Na Idade Média a torre era entendida como símbolo de segurança e, na ausência de castelos, a Igreja era a melhor fortaleza.

Independentemente da função a que se destinava, a natureza religiosa e uma pretensa vontade militar são, nestes casos, indissociáveis. É, ainda, por esta razão que a torre de Travanca tem de ser entendida enquanto elemento de afirmação senhorial, ou seja, do poder de uma família sobre uma região.

A 17 de janeiro de 1916 o conjunto monástico é classificado como Monumento Nacional, reconhecendo-se o valor patrimonial e histórico deste Mosteiro para Portugal.
Personalidades Históricas
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D. Fulgêncio de Bragança
Nascido em 1568, era o quarto filho de D. Jaime, Duque de Bragança, e da Duquesa D. Joana de Mendonça. Foi o último Abade Comendatário do Mosteiro de Travanca.

Mais por obediência a seus pais do que por vontade, Fulgêncio seguiu a vida eclesiástica, tendo-se tornado – para além de Abade Comendatário de Travanca – Prior Comendatário de Santa Maria de Moreira de Cónegos, Chantre da Igreja da Colegiada da Vila de Barcelos e XIº Prior de Santa Maria de Guimarães.

A sua Comenda em Travanca terminou, em 1578, quando os monges conseguiram que o cardeal-rei D. Henrique libertasse definitivamente o Mosteiro e a “religião de S. Bento” da tutela dos comendatários.

Nessa altura, D. Fulgêncio não deixou de se opor ao decretado pelo cardeal-rei, conseguindo, em troca da expropriação, uma compensação de uma pensão anual de mil cruzados, que o Mosteiro se obrigou a pagar-lhe.

D. Fulgêncio faleceu a 7 de janeiro de 1582.



Garcia Moniz
Era filho de Moninho (ou Mónio) Viegas, o Gasco. Segundo a tradição deveu-se a ele a fundação do Mosteiro de Travanca nos inícios do século XI e onde se encontra sepultado.

A história lembra ainda que Garcia Moniz morreu a combater os mouros na batalha de Riba Douro, apesar de existirem confusões com seu irmão Gomes Moniz, visto que teria sido este a morrer nesse combate.

O património de Garcia Moniz não se ficava pelo Mosteiro de Travanca. O território da atual freguesia de Várzea do Douro (Marco de Canaveses) foi seu domínio, bem como outras terras na região do Tâmega e Sousa, como Manhuncelos e Mesquinhata.

É testado como governador do território de Anégia em 1047, 1054, 1060 e 1061 e tentou apoderar-se do padroado do Mosteiro de Soalhães (Marco de Canaveses).



D. Gonçalo Pinheiro

Filho de João Pires e de Leonor Rodrigues Pinheiro, Gonçalo Pinheiro nasceu em Setúbal no ano de 1499.

Os seus estudos universitários foram feitos em Lisboa e, posteriormente, na Universidade de Salamanca. Devido à sua erudição (perito nas línguas grega e hebraica, assim como em astronomia e geometria) foi admitido, ainda antes de receber o grau de doutor, como colegial no Colégio de S. Bartolomeu.

Mais tarde, regressa a Portugal e é nomeado por D. João III (1502-1557) como seu desembargador e bispo de Safim (no atual reino de Marrocos), sendo depois eleito bispo de Tânger (Marrocos). Exerceu ainda o cargo de embaixador, durante quase 10 anos, na corte francesa.

Retornando ao reino, D. João III chama-o novamente, a 14 de novembro de 1548, para desembargador do Paço. Cinco anos depois, transita para o bispado de Viseu onde, a 28 de maio de 1556, mandou imprimir as Constituições Synodaes do Bispado de Viseu. Faleceu em novembro de 1567 na terra que o viu nascer.
Foi um dos mais ilustres representantes da intelectualidade portuguesa no tempo de D. João III.



Moninho Viegas, o Gasco
Moninho (ou Mónio) Viegas comandou a armada dos Gascões que, em data mediada entre os finais do século X e inícios do XI, libertou a cidade do Porto da ocupação moura.

Acompanharam-no no seu empreendimento, os seus irmãos D. Nonego e D. Sesnando, que depois foram bispos do Porto. Também se deveu a Moninho Viegas a conquista da terra de Santa Maria da Feira ao Mouros.

Este casou com D. Valida Tracozendes, filha de Truycozendo Guedes, fundador do Mosteiro de Paço de Sousa.

Moninho Viegas, trisavô de Egas Moniz, o Aio, foi pai cinco filhos: Egas, Garcia, Gomes, Godo e Fromarico Moniz.

Este Gascão, que se encontra sepultado no Mosteiro de Santa Maria de Vila Boa do Bispo, fundado segundo a tradição pelo seu irmão D. Sisnando, terá sido dos primeiros, com o auxílio dos seus irmãos, a dar início à restauração de Portugal contra os Mouros.

Cronologia
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Séculos XI-XII - Fundação do Mosteiro de Travanca;

Século XIII - Construção da igreja;

1320 - São taxados os rendimentos da igreja e Mosteiro em 1800 libras para auxiliar as Cruzadas;

Até c. 1492 - Período de governo dos abades perpétuos;

1492-1565 - Período de governo dos abades comendatários;

1568 - Verificação do estado do Mosteiro, segundo uma visitação ordenada pelo cardeal D. Henrique;

1572-1834 - Período de governo dos abades de eleição trienal;

1678, maio, 17 - Data que assinala a reedificação das dependências monásticas (segundo Francisco Craesbeeck);

1720, dezembro, 10 - Data do Breve pontifício que concede privilégios ao altar da Virgem do Rosário;

1716-1813 - Período de particular atividade construtiva, reconstrutiva e investimento artístico em património mobiliário, nomeadamente ao nível dos retábulos colaterais e laterais, coro, órgãos e sacristia;

1834 - Cessação da vida monástica e subsequente nacionalização dos bens fundiários da congregação;

1916, janeiro, 27 - O Mosteiro é declarado Monumento Nacional;

1939 - Publica-se o Boletim n.º 15 da DGMEN dedicado ao projeto de reconstituição da igreja românica de Travanca;

2010 - Integração do Mosteiro do Salvador de Travanca na Rota do Românico;

2013-2014 - Conservação geral, no âmbito da Rota do Românico, das coberturas, dos paramentos e dos vãos da Igreja e da torre; trabalhos de conservação dos pavimentos da Igreja e dos vestíbulos, bem como dos madeiramentos das escadas e do pavimento da torre; remodelação do espaço de celebração, incluindo o mobiliário da Igreja e espaço do coro.

Especialidades
Arquitetura
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A Igreja do Mosteiro do Salvador de Travanca insere-se no reduzido número de igrejas de três naves que, durante a época românica, foram edificadas em Portugal, em virtude da maioria das igrejas deste período serem de uma só nave.

Travanca inclui-se assim no intitulado “plano beneditino português”. Na opinião de Manuel Real, Travanca é o exemplo mais acabado deste plano, sobressaindo-se na monumentalidade da sua planta de três naves, no portal, nos motivos escultóricos e na presença de uma torre – outrora sineira - a mais elevada da nossa medievalidade.

Planta do Mosteiro de Travanca (Fotografia: © SIPA – IHRU)

Como acontece em várias igrejas do Vale do Sousa (como por exemplo em São Vicente de Sousa, Santa Maria de Airães ou em Salvador de Unhão, no concelho de Felgueiras) o portal ocidental encontra-se saliente em relação à fachada, permitindo ampliar a sua profundidade e monumentalidade.

Esta solução, que Manuel Monteiro designou de "românico nacionalizado", teve origem no românico de Coimbra, sendo posteriormente disseminado por toda a região a partir do Mosteiro de Paço de Sousa.

Neste portal de acesso à casa de Deus poderemos verificar uma outra influência, desta vez do românico portuense: o toro diédrico. Ritmando as quatro arquivoltas, os toros diédricos criam um maior alongamento às finas colunas, de fuste cilíndrico.

Fachada principal do Mosteiro de Travanca (Fotografia: © SIPA – IHRU)

Em termos decorativos, a temática utilizada no portal encontrar-se-á igualmente repetido um pouco por todo o edifício: aves com pescoços enlaçados, uma figura humana concebida ao modo de atlante e as serpentes entrelaçadas. Perante tanta beleza, não é de estranhar que Carlos Alberto Ferreira de Almeida tenha considerado este portal como um exemplar único do que melhor se fez na escultura românica na região.

De referir que, possivelmente, quem entrasse na igreja em meados do século XVI, passava previamente por galilé de três naves.

No alçado norte encontramos o portal destinado ao serviço público. Aqui, deslumbramos capitéis que seguem os motivos decorativos do portal principal: as serpentes entrelaçadas, a sereia e as aves com os pescoços entrecruzados.

Fachada sul do Mosteiro de Travanca (Fotografia: © SIPA – IHRU)No interior e apesar das alterações sofridas nas épocas moderna e contemporânea ainda se sente o espírito românico, com a afirmação do granito nas paredes e nos pilares. As três naves encontram-se definidas por quatro tramos, em que as naves laterais são mais baixas do que a central.

A Igreja ostenta uma cabeceira composta por dois absidíolos abobadados de planta semicircular que ladeiam a capela-mor, hoje profunda e retangular, fruto de uma ampliação realizada durante a Época Moderna.

Sobre os capitéis que decoram o interior destacamos a sua variedade temática. De todos devemos dar nota relevante ao capitel cujo tema é “Daniel na cova dos leões” e que sustenta o arco formeiro do último tramo, junto à abside e do lado da Epístola.

Embora, na essência, permaneça o espírito românico, a Igreja do Salvador de Travanca foi adaptando-se às necessidades crescentes das comunidades monástica, laica e às orientações normativas decorrentes do Concílio de Trento (1545-1563).

Neste sentido, salientamos ter existido a meio da nave e ocupando o tramo central o coro alto, com cadeiral e órgãos, acedendo-se a ele exteriormente pela torre (e mais tarde por um vão aberto na parede sul) que confinava com o claustro; a construção de um coro médio; a instituição de altares e retábulos laterais no total de sete; o aproveitamento de uma das colunas que divide a nave central da nave lateral sul para se construir um púlpito; o reboco da igreja; tetos revestidos a estuque branco e as paredes a argamassa.

Contudo estas transformações mencionadas já não se encontram neste espaço religioso. As intervenções de restauro desencadeadas pela DGEMN durante a década de 1930 retiraram todos os elementos enumerados.

Se o portal lateral norte se destinava ao serviço público, o sul servia a comunidade monástica. Atualmente permite o acesso à sacristia. Esta já é mencionada em 1568, mas com dimensões mais reduzidas. Este espaço, nos dias de hoje, mais que sacristia apresenta-se como um local museológico composto por um acervo diversificado distinguindo-se as imagens de Santo Amaro e de São Bento de Núrsia.

Fachada norte do Mosteiro de Travanca (Fotografia: © SIPA – IHRU)Voltando ao exterior, especial destaque tem de ser dado à torre. De planta quadrangular ergue-se no lado norte da igreja. O seu portal bastante estreito abre-se ao nível do solo, aspeto que comprova que o caráter militar é, nesta torre, puramente técnico, porque se fosse um espaço com finalidade militar a porta de acesso teria de ser num piso acima, acedendo-se através de escada móvel.

Inserido na espessura do muro, o portal da torre não tem colunas nem capitéis, concentrando-se os seus elementos decorativos ao nível das suas duas arcadas que assentam apenas em impostas.

As arquivoltas ostentam uma ornamentação que expõe animais uniafrontados ao longo das aduelas da arquivolta exterior. Na arquivolta interna vemos um modelo usado nesta região e que é o tema das chamadas beak-heads e que encontramos em Cárquere (Resende), Fandinhães (Marco de Canaveses) e Tarouquela (Cinfães). No tímpano temos a representação do Agnus Dei, erguendo ao alto uma cruz patada.

Fachada oriental do Mosteiro de Travanca (Fotografia: © SIPA – IHRU)

Aquando das intervenções realizadas pela DGEMN, na década de 30 do século XX, a torre também ficou sujeita aos mesmos princípios aplicados na igreja. Na torre o objetivo foi realçar o seu pretenso caráter militar, demolindo-se o torreão-campanário que tinha sido acrescentado, no adarve, na Época Moderna.
Arqueologia
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Sondagens arqueológicas no claustro do Mosteiro de TravancaA integração do Mosteiro de Travanca na Rota do Românico e a intenção de se proceder a obras de valorização incentivaram a execução prévia de sondagens arqueológicas. Dentre as conclusões retiradas salientamos que, entre o portal norte e a torre, confirmou-se a existência de enterramentos da época medieval.

No interior da igreja, documentou-se o rebaixamento da cota do pavimento e constatou-se que, sob este, se conservam, embora parcial e superficialmente perturbados, enterramentos modernos e contemporâneos, materializados em caixões de madeira.

Identificou-se as valas correspondentes à fundação da igreja e da torre e a confirmação da ausência de qualquer fundação ou alicerce que pudesse correlacionar-se com um presumido nártex, podendo afirmar-se que tal nunca terá existido, pelo menos numa solução construtiva coerente com o modelo românico conservado.
Recuperação e Valorização
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Após a extinção das ordens monásticas, em 1834, as dependências monacais ficaram ao abandono até inícios do século XX, quando se iniciaram obras de conservação e restauro por parte da DGEMN, concluídas em 1939.

Esta campanha foi acompanhada por outras obras de recuperação do espaço envolvente: conservação da residência paroquial, corte do cemitério e mudança, para novo local, das capelas e campas situadas junto da Igreja.

Chegados ao século XXI foi elaborado um projeto, no ano de 2005, de intervenção neste espaço religioso que passava pelo tratamento e conservação das coberturas e tetos da nave e obras de conservação do exterior ao nível do arranjo do adro.

No âmbito da integração deste Mosteiro na Rota do Românico, em 2012, foi realizado um novo projeto direcionado para a sua conservação, salvaguarda e valorização.

Em 2013 e 2014, foram realizados trabalhos de conservação geral, no âmbito da Rota do Românico: coberturas, os paramentos e os vãos da Igreja e da torre; trabalhos de conservação dos pavimentos da Igreja e dos vestíbulos, bem como dos madeiramentos das escadas e do pavimento da torre; remodelação do espaço de celebração, incluindo o mobiliário da Igreja e espaço do coro.

Galeria
  • +Mosteiro de Travanca. Nave. Capitel.

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  • +Mosteiro de Travanca. Sacristia.

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Saber mais
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