Castelo de Arnoia - Rota do Românico
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Castelo românico, situado outrora na Terra de Basto, enquadra-se no movimento de encastelamento que entre os séculos X e XII marcou o território europeu.

Na sua estrutura, posicionada no alto de um cabeço montanhoso, destacam-se quatro elementos defensivos: a torre de menagem (cujo último piso e conjunto de ameias foram reconstituídos no século XX), o torreão quadrangular, uma única porta e a cisterna.

Foram identificados testemunhos arqueológicos relativos à ocupação da fortaleza entre os séculos XIV e XVI. Esta é já a época de decadência da estrutura que, em tempo de paz, era um mero símbolo de organização administrativa e do poder senhorial que tutelava o território.

O abandono deu-se definitivamente a partir de 1717, quando as elites deixaram o pequeno lugar da vila de Basto, mudando a sede do concelho para a freguesia de Britelo, onde hoje se localiza Celorico de Basto.

A memória da pequena vila de Basto ainda persiste ao longo do ramal que lhe deu origem e que ligava a velha estrada da Lixa à importante via Amarante-Arco de Baúlhe, hoje identificada como aldeia do Castelo.

O pelourinho, a casa das audiências e a botica lembram a movimentada rua ao longo da qual se desenvolveu a povoação.


Tipologia: Castelo

Classificação: Monumento Nacional – 1946

Percurso: Vale do Tâmega

Século X (2.ª metade) - A tradição assinala a edificação do Castelo de Arnoia;

1064 - Primeira referência documental relativa à fortificação;

1092 - Um documento alude às propriedades de Celorico e da Terra de Basto;

Séculos XII-XIII - Segundo momento de ocupação do Castelo e período de edificação da estrutura românica do Castelo de Arnoia;

1717 - A sede de freguesia é transferida da Vila de Basto para a freguesia de Britelo;

1726 - A Terra de Basto estava então dividida em dois concelhos, o de Celorico e o de Cabeceiras de Basto. A torre de menagem do Castelo de Arnoia ainda se mostrava coroada de ameias;

1758 - O Castelo de Arnoia apresentava já alguns vestígios de ruína;

1946 - É classificado como Monumento Nacional pelo Decreto n.º 35532 (Diário do Governo n.º 55, de 15 de março);

1960-1963 - Período de obras de restauro do Castelo de Arnoia a cargo da DGEMN;

1985 - O Castelo de Arnoia passa a estar afeto ao IPPC;

1992 - A tutela do Castelo de Arnoia transita para o IPPAR;

2002 - Foram realizadas sondagens arqueológicas no interior da fortificação;

2004 - Instalação do Centro Interpretativo do Castelo de Arnoia;

2005 - A afetação do Castelo de Arnoia passa para o IGESPAR;

2010 - Integração do Castelo de Arnoia na Rota do Românico;

2014 - Requalificação da envolvente do Castelo de Arnoia, no âmbito da Rota do Românico;

2015 - Trabalhos de conservação e salvaguarda no interior e exterior do Castelo de Arnoia, no âmbito da Rota do Românico.

Livre

Livre

Centro Interpretativo do Castelo de Arnoia - Centro de Informação da Rota do Românico:
A visita a este Centro, localizado na aldeia do Castelo, deverá ser agendada junto da Loja Interativa de Turismo de Celorico de Basto (T 255 323 100; lojaturismo@cm-celoricobasto.pt).

Monumento não acessível a visitantes com mobilidade reduzida.

+351 255 810 706

+351 918 116 488

visitasrr@valsousa.pt

Como chegar:

41,363536, -8,051996

Lugar do Castelo, Arnoia, Celorico de Basto, Braga

Se vem do Norte de Portugal através da A28 (Porto), da A3 (Porto), da A24 (Chaves/Viseu), da A7 (Póvoa de Varzim) ou da A11 (Esposende/Marco de Canaveses) siga na direção da A4 (Bragança/Matosinhos). Saia no nó de Amarante Oeste da A4. Rume na direção de Celorico de Basto, seguindo a sinalização do Castelo de Arnoia.

A partir do Porto opte pela A4 (Vila Real). Saia em Amarante Oeste. Siga na direção de Celorico de Basto.

Se vem do Centro ou Sul de Portugal pela A1 (Porto) ou pela A29 (V.N. Gaia) opte pela A41 CREP (Vila Real). Escolha depois a A4 (Vila Real). Saia em Amarante Oeste e siga na direção de Celorico de Basto.

Se já se encontra na vila de Celorico de Basto, siga a sinalização do Castelo de Arnoia.